Revogar o irrevogável

O meu amigo e atleta João Colaço tinha decidido abandonar as ultras depois de participar na Euforia, corrida de montanha em Andorra, com 233Km e mais de 20000 metros de desnível positivo.

Mas como ele próprio diz “Por vezes, as maiores certezas desaparecem num ápice. Para o mal ou para o bem? No mínimo, para a frente! Siga!”.

E a propósito disto escreveu o interessante texto que aqui partilho ou que podem ler directamente clicando aqui.

Que continues a inspirar muitos atletas com os teus feito João.

Continuação de bons treinos e de boas aventuras!!!

Regresso aos 21Km

Há mais de seis meses que não corria 21Km.

Finalmente com o tornozelo a não dar chatices e depois de umas semanas a suar as queijadas de figo acumuladas nas férias, este fim-de-semana lá me juntei (a medo) a um grupo de Salamandrecos que ia correr 20 a 25 Km pela Serra de Sintra.

O anúncio que o Adro colocou sobre o treino era claro, treino duro, duração de 3 horas, 20 a 25Km. Isto queria dizer que para além da distância, o desnível iria ser “bruto” e as perninhas iam doer a subir e a descer.

Nas últimas semanas os treinos foram quase sempre à volta de 10Km, mas na 4ª por Belas fui até aos 16 Km e senti-me bem. Os primeiros quilómetros custam sempre um pouco, mas a partir dos 10 Km a máquina parece que fica mais oleada.

E no Sábado também foi assim. Apesar de ir preparado para fazer um desvio rumo ao fim do treino a qualquer momento, consegui ir acompanhando as lebres ao longo de todo o treino, ainda com algum esforço é claro, mas ainda há alguns quilos extra para mandar embora.

As sensações foram boas e isso é o mais importante. Agora é ir treinando e a forma vai regressar aos poucos.

Continuação de bons treinos e de boas aventuras!!!

Só falta a água!

O troço do passeio marítimo Cruz Quebrada – Baía dos Golfinhos, que abriu no final do ano passado, foi uma obra polémica mas está de facto uma zona muito agradável para correr, andar de bicicleta ou simplesmente passear.

Este passeio marítimo que começa no túnel da Cruz Quebrada e vai até ao Forte de São Bruno/Baía dos Golfinhos (ou vice-versa) tem cerca de 2 quilómetros de extensão e uma largura ao longo de todo o percurso de uns bons 7 a 8 metros, permitindo a circulação de todas os transeuntes nas mais diversas actividades sem qualquer tipo de atropelo.

Faltam talvez um ou dois pontos de água, que tornariam este troço de verdadeira qualidade 5 estrelas.

Hoje o Kalorias Running foi até à Baía dos Golfinhos num ritmo tranquilo, como é apanágio do treino às segunda feiras, e tive de fazer algumas paragens para cumprimentar uma série de amigos dos treinos de estrada que já não via há algum tempo, o João “Canhão” Afonso, que estava a afinar as pernas para a maratona de Boston e o Mário que andava a passear o ser rebento.

Estes finais de tarde primaverais são excelentes para correr, e a luz do pôr do sol é fantástica na nossa Lisboa.

Na próxima 2ªfeira há novo treino por aqui. Apareçam 🙂

Continuação de bons treinos e de boas aventuras!!!

Nota: Já existe, (não sei se já existia antes, mas a existir nunca tinha dado por ele), um bebedouro junto à Baía dos Golfinhos 🙂

Regresso aos 10Km

Nem de propósito, este artigo do sítio Corredores Anónimos sobre a perda de rendimento desportivo quando se falham treinos, veio parar à minha timeline.

Segundo o artigo, quando se falham 7 semanas de treino, a percentagem de perda de condição física vaia entre 90 a 100%, ou seja voltamos à estaca zero, quase como se nunca tivéssemos corrido na vida.

E é precisamente assim que me sinto, na estaca 0. Não foram 7 semanas mas antes 5 meses, com uma redução de carga de 100Km semanais para pouco mais de 10Km, e há dois meses atrás quando tinha retomado os treinos, aconteceu de novo uma entorse no tornozelo e lá foram os poucos treinos já efectuados por água abaixo.

Agora estou a retomar de novo, com a preciosa ajuda dos osteopatas do IMT que me colocaram literalmente os ossos todos no seu lugar, faltando ainda estabilizar a parte do ligamento, tradicionalmente mais morosa na recuperação.

Portanto tem sido um recomeço doloroso, com muito sacrifício, excesso de peso para queimar, sem muita carga quer nos quilómetros quer no ritmo de treino. Para já é o possível.

É neste cenário que amanhã vou participar na 12ª Corrida do Benfica, 10 Km que espero sejam divertidos, mas que antevejo penosos no que em termos de ritmo e resultado final diz respeito, ainda para mais considerando que a corrida começa às 11h15 e o calor vai fazer mossa.

Em 2012 esta foi a terceira corrida de 10 Km em que participei, podem reler esta memória clicando aqui e, amanhã, cinco anos e alguns milhares de quilómetros nas pernas depois, lá vou até Carnide, um lugar onde costumo ser feliz bastantes vezes.

Vamos juntos, nas calmas, e amanhã veremos o resultado.

Continuação de bons treinos e de boas aventuras!!!

A caminho de Santiago IV

Recompostos da etapa matinal, recomeçámos o nosso Caminho com o objectivo de Caldas de Reis.

Esta é a etapa de que tenho menos memórias e pressuponho por isso que talvez tenha sido a menos interessante.

Nesta etapa o Caminho faz-se quase sempre por estradas secundárias e por raras vezes por alguns troços mais rurais.

Lembro-me de cruzarmos uma mata, durante alguns quilómetros, que nos protegeu do sol da tarde, e de passarmos por algumas igrejas, invariavelmente fechadas, e que não podemos visitar. De entre estas a Igreja de Santa Maria de Alba que data de 1595.

Chegámos a Caldas de Reis já a noite ia cerrada, mas ainda passámos pela fonte de água termal, característica desta localidade, e pela zona mais central, enquanto procurávamos alojamento.

A imponente Igreja de Santo Tomás Becket (de 1890), encontrava-se fechada, estado que manteve na manhã do dia seguinte.

Tomámos um duche e fomos repor as calorias gastas com uma pizza e uma caña que nos soube pela vida.

Esta jornada teve 40 Km e nos dois dias já seguíamos com 84 Km nas pernas, o que para uma estreante é obra. No entanto chegámos menos cansados que no da anterior e era tempo de descansar para tentar chegar a Compostela no dia seguinte.

Elapsed Time Moving Time Distance Average Speed Max Speed Elevation Gain
05:44:38 05:01:03 25.27 5.04 12.60 225.40
hours hours km km/h km/h meters

Será que conseguimos?…

(Continua)

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Boa sorte no UTMB 2017

Hoje é dia de dar os parabéns a uma dezena de amigos que tiveram a fortuna de ser sorteados para participar na edição de 2017 do Ultra Trail Mont Blanc.

Mas sensações que se têm quando se é sorteado e se vai participar pela primeira vez são, penso eu, uma mistura de alegria e de temor.

Alegria porque se vai participar numa das provas mais famosas do mundo, temor por que sabemos que ainda só estamos a meio caminho e que ainda vai ser preciso treinar duro nos 8 meses que faltam até à partida.

Participar no UTMB para um mortal como eu, é sobretudo um grande privilégio, pelo que há que ir com dias para desfrutar o evento, toda a semana em que o evento decorre se possível.

Participar no UTMB é como se um “coxo” que só sabe dar dois toques na bola, tivesse a oportunidade de treinar toda uma semana com o Real Madrid e ser titular no Domingo seguinte ao lado do Cristiano Ronaldo e companhia. É poder partilhar eventos com os melhores atletas de trail running do mundo, +e poder correr, ou pelo menos partir, ao lado deles, é desfrutar de uma mega organização, super profissional, onde efectivamente nos parece que tudo está no sítio e a funcionar.

Participar no UTMB é mesmo esse privilégio, de desfrutar o ambiente do evento, de sentir a energia da partida, de usufruir da entreajuda ao longo do percurso.

O Monte Branco é fantástico, subir aqueles picos é enorme, as paisagens são fabulosas, a organização do UTMB é fabulosa.

Vão, divirtam-se e regressem com muitas histórias para contar.

Nota: Os ainda mais “malucos” que vão participar na maior prova do Ultra Trail Mont Blanc, a PTL 290Km pelas montanhas em auto-suficiência, a minha insana solidariedade. O Sr. Ribeiro, o Sr. Manel, o Sr. Julião, o Sr. Bruno, o Sr. Diogo, o Sr. Gonçalo, entre outros, têm o meu respeito e estão mesmo no topo da loucura! Força e vou acompanhar a vossa aventura à distância mas com muita atenção. O Sr. Ribeiro vai ter histórias para partilhar nos próximos 5 anos…

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A caminho de Santiago III

O segundo dia parecia-me que seria o mais crítico. Depois da sova dos 44Km do primeiro dia de caminho, a primeira etapa começava com 15Km até Pontevedra.

O despertar foi suave. A ideia era sair às 7h mas acabamos saindo já bem depois das 9h00. Aproveitámos para recarregar a energia das pernas e tomar um pequeno-almoço reforçado antes da saída do hotel e assim iniciar a primeira etapa do dia igualmente com o estômago revigorado.

O sol despontava com vergonha pelo que a manhã estava um pouco fria, mas a paisagem da Ria de Vigo com o sol a despontar atrás da serra aquecia a alma enquanto caminhávamos.

Seguimos até Ponte Sampaio, local onde cruzámos o Rio Verdugo sobre uma monumental ponte de pedra. Este troço do percurso foi muito giro, cruzando a vida serpenteando por um caminho quase sempre a subir, entrando depois num trilho ladeado de árvores com folhas de todas as cores. O calor apertava e tive de fazer uma paragem técnica para trocar o casaco por uma tshirt mais leve. Os relatos que recebíamos de Lisboa indicavam um temporal cá pelo burgo, e nós no norte de Espanha tínhamos um sol esplendoroso.

Este misto de trilho e caminhos rurais levou-nos até Lusquiños, localidade já a poucos quilómetros de Pontevedra.

Ao longo desta etapa cruzámos alguns lugarejos com igrejas e capelas, para variar todas fechadas, excepção feita à Capela de Santa Marta em Santa Comba de Bértola, pequena capela datada de 1617.

Chegámos a Pontevedra por volta das 14h00, preparados para repor energias de preferência com um belo almoço.

Pontevedra é a capital do Caminho Português de Santiago em Espanha, e a mais pequena das cinco cidades galegas com cerca de 80000 habitantes.

Cruzámos o centro da cidade, visitámos a capela da Virgem Peregrina de Pontevedra erguido em 1778, e procurámos um local para almoçar. Cruzámos dezenas de restaurantes no centro histórico de Pontevedra mas nenhum nos inspirou a entrar para o almoço.

Já atravessávamos a Ponte do Burgo sobre o Rio Lérez, quando constatámos que dali para a frente seria mais difícil almoçar e que não tínhamos visitado a Basílica de Santa Maria, uma das mais bonitas igrejas de todo o Caminho, pelo que demos meia volta e fizemos esse pequeno desvio.

Elapsed Time Moving Time Distance Average Speed Max Speed Elevation Gain
03:29:31 02:54:28 14.47 4.98 12.24 243.00
hours hours km km/h km/h meters

Passámos uns largos minutos sentados a descansar no fresquinho que se sentia no interior da basílica, enquanto contemplávamos toda a arte e arquitectura.

Aproveitámos para carimbar a credencial de peregrino, quando a Marisa repara na porta atrás da senhora que nos carimbou a credencial com a placa: TORRE, MUSEU, VISTA PANORÂMICA. Instintivamente disse-me: vamos ver. Espantado, paguei os dois euros para a entrada e a senhora gentilmente abre a porta para passarmos, ao que a Marisa constata que tínhamos de subir escadas! Distraída e cansada dos 60 Km que já tínhamos nas pernas, nem pensou que “torre” implicaria subir escadas. Mas lá fomos 3 ou 4 andares em escada de caracol até chegar ao topo da torre e assim observar a bonita vista panorâmica ao redor de Pontevedra.

Como há que descobrir algo positivo em tudo o que fazemos, a subida à torre foi providencial; permitiu-nos vislumbrar um spot numa esplanada virada para o sol onde decidimos almoçar e que simplesmente, depois de lá estarmos é claro, constatámos que foi excelente. O restaurante Padal, com um menu de degustação muito simpático, de muita qualidade e preço reduzido, foi a melhor refeição de todo o Caminho, e retemperou-nos o estado de espírito para a etapa da tarde. Se passarem por Pontevedra não hesitem em ir lá petiscar, fica mesmo atrás da basílica.

(continua)

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A caminho de Santiago II

O sol estava quentinho na esplanada onde parámos para o almoço em O Porriño, talvez a nossa pior refeição ao longo desta aventura, o que retemperou o ânimo para a etapa da tarde.

Seguíamos sabendo onde gostaríamos de chegar, mas sem sermos rigorosos no objectivo de chegar a determinado lugar. Seriam as pernas e a vontade a ditar o locar onde pernoitaríamos.

Já passavam das 15h30 quando partimos tranquilamente rumo a Redondela.

No meu pé esquerdo reinava já uma bonita bolha, fruto de mais uma idiotice minha ao utilizar uns ténis que sabia terem uma palmilha danificada, o que motivou uma ida ao supermercado para comprar uns pensos e álcool para tentar remediar a situação.

O percurso até Redondela foi animado com a observação de alguns cruzeiros e a Igreja de Santa Eulália.

Ao longo de todo o caminho até Santiago encontrámos muitas igrejas e capelas que gostaríamos de ter visitado mas, curiosamente, encontravam-se sempre fechadas, fosse a que hora do dia fosse.

O por do sol tinha ficado para trás enquanto percorremos uma longa estrada que ligou O Muro a Redondela, e chegámos aqui já de noite.

O cansaço já se fazia sentir nas pernas e tínhamos agora duas opções, ficar em Redondela ou seguir mais 4Km até Soutoxuste onde sabíamos existir um hotel muito tranquilo com vista para o mar, bonita para o despertar e inspirar as etapas do dia seguinte.

Parecia pouco, a Marisa que tem menos experiência nestas maratonas sentia-se bem, mas quando se vai com quase 40Km nas pernas mais 4 Km podem fazer toda a diferença. Ponderámos os pros e contras e decidimos seguir até Soutoxuste. Iriamos fazer mais 4Km que a etapa oficial, mas no dia seguinte já estariam feitos pelo que nada se perdia tudo se adaptava.

Um pouco como previ estes 4 Km foram longos, muito longos. A Marisa quebrou e acabámos demorando mais de uma hora para chegar ao nosso destino. Lá chegados estávamos como se tivéssemos terminado de correr uma maratona a bom ritmo. Não foi isso mas tínhamos caminhado cerca de 44Km e quando parámos parece que todo o cansaço do dia se acumulou naqueles 30 minutos seguintes.

Elapsed Time Moving Time Distance Average Speed Max Speed Elevation Gain
04:52:48 04:21:34 22.08 5.07 12.24 364.00
hours hours km km/h km/h meters

Uma canja e um polvo à galega (muito fresquinho), acalmaram o estomago e permitiram que o colchão macio da cama fosse ainda mais bem apreciado (como se tal fosse necessário…).

O cansaço tornou a nossa noite muito calma e tranquila, era tempo de recuperar e não desanimar para o dia seguinte. O objectivo era sair às 7h00 mas mais uma vez esse objectivo não seria cumprido.

Terminámos o primeiro dia do Caminho com 44Km nas pernas.

(Continua)

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A caminho de Santiago I

O objectivo era sair às 7h00, mas estava quentinho na cama e entre acordar e tomar um pequeno-almoço reforçado para ganhar energia para a etapa que nos esperava, acabámos por sair de Valença pouco depois das 8h00.

Cruzámos o interior da imponente fortaleza de Valença, e cruzámos a fronteira a meio da ponte internacional oitocentista, cruzando o Rio Minho e com Tui a esperar-nos na outra margem.

Já em Tui, passamos pela Pousada San Telmo e deparamos com um marco do Caminho de Santiago que marcava 115,454 Km para Santiago. Seguimos em direcção à Catedral de Santa Maria para carimbar a nossa credencial de peregrino.

Seguimos bem-dispostos. Levava uma mochila com cerca de 8Kg às costas à qual ainda me estava a habituar. Nos primeiros quilómetros mal dava por ela, mas com o passar do tempo era necessário ajustar aqui e ali de modo a manter o conforto nas costas.

Seguimos o Caminho utilizando o percurso alternativo à passagem pelo Polígono Industrial d’O Porriño. Seguimos até O Porriño percorrendo os sendeiros e estradas florestais da variante das Gándaras, e depois pelo trilho que serpenteia ao longo do Rio Louro. A entrada parar esta variante é algo confusa, pois existe muita sinalização contraditória, e muitas indicações para a variante pintadas com tinta negra. Felizmente a lição estava bem estudada, e após caminharmos umas dezenas de metros na direcção do Polígono Industrial, voltámos para trás e encontrámos o caminho variante. O trilho desta variante é muito bonito, sendo um percurso densamente arborizado, com diversas pontes de pedra que cruzam as margens do rio.

Chegámos tranquilamente à Capela do Santo Cristo da Agonia em O Porriño, pouco antes das 14h00. De alma cheia mas com o estomago vazio, foi necessário efectuar uma pausa técnica para almoçar e descansar um pouco.

Tínhamos agora 21,4Km nas pernas e faltava percorrer a etapa vespertina.

Elapsed Time Moving Time Distance Average Speed Max Speed Elevation Gain
04:25:32 04:03:32 21.48 5.29 15.84 281.00
hours hours km km/h km/h meters

Esta primeira etapa é uma das mais interessantes do percurso. A Fortaleza em Valença, Tui, o trilho ao longo do rio, a chegada ao centro de O Porriño, são bonitos de ver e percorrer.

Talvez por ser Dezembro apenas nos cruzámos com um outro peregrino ao longo do percurso e esta seria uma regra que se iria manter até ao final da nossa aventura.

(Continua)

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