A estreia nas duas rodas

Ganhei uma bicicleta num passatempo que a Decathlon lançou para celebrar os seus 15 anos em Portugal. Não é nenhum topo de gama, bem pelo contrário, mas vai servir para dar umas voltas e recuperar activamente dos treinos de corrida.

Como gosto de desafios, vai dar também para tentar completar o raid Tróia – Sagres daqui a umas semanas. (Leiam a história desta viagem que é muito interessante.)

bike

Sábado foi-me entregue a bicicleta mas só ontem foi dia de ir experimentar o material.

Já há uns 6 anos que não andava de bicicleta e que tinha algum equipamento escondido no armário.

Desencarcerei as luvas, o capacete, os sapatos, as calças de ciclismo, equipei-me e lá fui eu dar uma volta por Lisboa.

Elapsed Time Moving Time Distance Average Speed Max Speed Elevation Gain
02:19:27 02:16:29 39.30 17.28 46.44 465.60
hours hours km km/h km/h meters

Foram 39 quilómetros em ritmo passeio, onde o material se portou bem a este ritmo, mas que tenho sérias dúvidas que aguente consistentemente um ritmo mais forte. Os próximos treinos o dirão.

De restou soube muito bem esta nova experiência, circular por Lisboa, circular pelas ciclovias, sentir o fresco na cara, espairecer do stress e ir pensando em novas aventuras.

Continuação de bons treinos e de boas provas!!!

A Irmã da Meia Maratona do Douro Vinhateiro

Em Fevereiro, quando decidi participar na Meia Maratona doDouro Vinhateiro com o epíteto de “A Mais Bela Corrida do Mundo”, li algures no site desta prova, que existia uma parceria com uma prova irmã no Brasil, a MeiaMaratona das Cataratas, uma prova tão ou mais bela que a Meia Maratona do Douro.

Esta notícia trouxe-me logo à lembrança a minha amiga brasileira Gabriela, que naquela altura tinha começado nesta aventura das corridas uns meses antes. 

Envie-lhe uma mensagem mais ou menos assim: “Gabi, vou participar na Meia Maratona do Douro e aí no Brasil existe uma prova irmã, a Meia Maratona das Cataratas, não queres participar também?”. Juntei o link da prova, e poucos minutos depois recebi a resposta que foi mais ou menos assim: “Nossa Nuno, vou treinar para participar sim!”, e assim começou a aventura da Gabi nas Meias Maratonas, ela que até então só tinha participado em provas de 10 Km. 

Entre Março e até ao último fim-de-semana, fui sempre dando uma força via mensagens para a motivar nos seus treinos; sei que ela se baldou um “bocadinho” e podia ter treinado mais. Ainda assim tinha a certeza que ela iria terminar a prova, nem que fosse a “rebolar”, pois conheço igualmente a sua força de vontade para chegar ao fim com sucesso.

As bonitas Cataratas do Iguaçu onde decorreu a Meia Maratona
E assim foi, na sua prova de estreia terminou a 7ª Meia Maratona das Cataratas em 2h53’31” num percurso com muitas subidas e descidas, que certamente não é fácil para uma estreante.

Inserida no Parque Natural do Iguaçu, nesta prova podem-se observar pássaros dos mais exóticos que a nossa imaginação permite. 

Parabéns pelo excelente resultado Gabi, e agora é sempre a melhorar!!!
A Gabi e a sua medalha, conquistada com muito esforço e mérito.

Gabi, estás desafiada publicamente a contar a história da tua estreia na Meia Maratona aqui no blog. Aguardamos com curiosidade que nos contes a tua aventura. 😉 

Oh Meu Deus – 100 Milhas ou 160 Km

Teve inicio ontem, sexta-feira, às 18 horas, a terceira etapa da prova Oh Meu Deus, uma prova de Ultra Trail com a distância de 100 milhas, que é como quem diz 160 quilómetros. 

O Bruno Santos, um dos membros do Ai Cristo Cristo Vem Cá Abaixo Ver Isto, está a participar nesta prova e desejamos-lhe toda a força nas pernas do mundo, que empenho e força de vontade já ele tem com fartura.
Esta é a estreia do Bruno numa prova desta distância, 160 Km, com um desnível positivo de aproximadamente 7000 metros, e para ser finalizada no máximo de 46 horas.


Acompanhar a preparação de um amigo para uma prova destas à distância, dá-nos uma perspectiva talvez bem diferente do que lhe possa ir na alma.
Os seus treinos foram duros e dedicados, mas uma prova em plena Serra da Estrela, com todos os imponderáveis que esta Serra tem, de dia e de noite, leva certamente a que se sinta um aperto no estômago não imediatamente antes da partida, mas dois ou três dias antes da mesma.

Podem acompanhar a prova do Bruno (e dos outros atletas) clicando aqui: Oh Meu Deus #3 – Siga em Directo.

Para já desejamos-lhe toda a sorte do mundo e que acabe a prova sem grandes mazelas físicas.

Força Bruno!

Oh Meu Deus #3 – 160 Km

23ª Meia Maratona de Lisboa – 2013

Foto do site oficial da Meia Maratona de Lisboa
A Meia Maratona de Lisboa tem um significado especial para mim, pois foi há precisamente um ano nesta prova, que corri pela primeira vez a distância de 21 Km. Esta prova, em 2012, foi a minha terceira corrida desta curta “carreira” desportiva, (depois da Corrida do Tejo 2011 e São Silvestre de Lisboa 2011, ambas de 10 Km), o que me leva a questionar: quanto vale um ano de treinos e corridas?


A prova

Apesar de ter um significado especial por ter sido a minha estreia na distância, está longe de ser uma das minhas provas favoritas. A logística de pré corrida tem de estar afinada; há muitos participantes quer da Meia quer da Mini, e a ponte não é assim tão larga para uma partida confortável para todos os ritmos. O percurso é agradável, mas com muitas zonas estreitas o que dificulta quem corre no meio do pelotão, pois é necessário desacelerar para não atropelar outros participantes, perdendo-se assim algum tempo. Ainda assim e no que diz respeito à zona da Partida no garrafão da Ponte, este ano pareceu-me que foram introduzidas melhorias nos acessos e zonas de partida propriamente dita, beneficiando os participantes da Meia Maratona.


O equipamento e os zingarelhos

Foto do site oficial da Meia Maratona de Lisboa
Há um ano era a minha estreia na distância e, apesar de confiante de que ia acabar nem que fosse a rastejar, o nervoso miudinho da estreia faz-nos sempre pensar em como será correr 21 Km. Um ano depois, a certeza de que acabaria a corrida era de 100%, excepto se algum imprevisto acontecesse durante a prova. Arrisquei até tentar correr para um novo PBT, o que não veio a acontecer.
Em 2012 era tão verdinho nestas coisas das corridas, que com medo da chuva resolvi correr de camisola de inverno e de manga comprida. Como extra levava ainda uma cinta de aquecimento, pois não gostava de sentir o “pneu” aos saltos enquanto corria! Esta combinação veio a mostrar-se um erro tremendo, pois a meio da prova o sol apareceu em força, e metade da prova foi suar e desidratar a uma velocidade bem mais rápida do que aquela a que conseguia correr. Este ano foi tudo mais tranquilo, com o tradicional calção, t-shirt de corrida e nada mais. Novamente este ano o tempo foi diverso: chuva, vento, sol e calor, mas uma t-shirt de corrida chega e sobra para todas as variantes climatéricas.
Os zingarelhos que utilizo também mudaram radicalmente de 2012 para 2013. Há um ano acompanhou-me o meu telefone com a aplicação Adidas Micoach. Era neste conjunto que fazia fé para fazer uma boa corrida! Para um rookie das corridas, ter uma treinadora ao ouvido a informar-nos se devemos acelerar ou desacelerar, e termos a noção exacta do ritmo que levamos e se está de acordo com o que foi treinado ou não, é uma mais-valia que só quem não conhece não pode apreciar. Pois para meu azar o zingarelho do GPS do telefone deixou de funcionar 300 metros depois da partida e apenas regressou à vida por volta dos 8 km, e mesmo assim apenas se manteve vivo a espaços entre os 8 km e a chegada. Neste capítulo dos zingarelhos fiz uma corrida quase às escuras e possivelmente se tudo tivesse funcionado a 100% poderia ter gerido o esforço duma maneira muito mais eficiente. Este ano troquei o zingarelho telefónico por um relógio com GPS, que apesar de não ter a treinadora ao ouvido a dar-me instruções, permite igualmente ter toda a informação em tempo real e assim gerir melhor a corrida. O GPS do relógio é bem mais sensível que o do telefone, e neste aspecto penso ser uma mais-valia interessante, pois ganhei fiabilidade de informação durante a corrida. Por outro lado após um ano de treinos, a dependência dos zingarelhos já é bem menor, e caso o zingarelho deixasse de funcionar o stress seria agora mínimo.


A corrida

Foto do site oficial da Meia Maratona de Lisboa
Finalmente o que mais interessa, como correu a corrida. Há um ano foi a corrida de estreia e nos poucos meses em que tinha começado esta aventura de correr, teria nas pernas pouco mais de centena e meia de quilómetros. Estava apostado em terminar a corrida e eventualmente conseguir um tempo entre as 2h05 e as 2h15. Comecei a corrida um pouco “abananado” pois as pernas ressentiram-se da hora de espera em que estive no garrafão em pé à espera do tiro de partida, sem me puder mexer e muito menos aquecer. Depois o zingarelho deixou de funcionar e deixou-me às escuras sem poder controlar o ritmo como estava habituado nos treinos. Depois a história do equipamento, que no final já se tornava um verdadeiro martírio. No entanto a vontade de chegar ao fim foi sempre maior, e sem outros sobressaltos dignos de registo terminei a corrida em 2h19’38”, um pouco acima do que tinha previsto inicialmente, mas o sabor de terminar a primeira Meia Maratona sobrepôs-se a qualquer tempo que pudesse ter realizado. Este ano esperava uma corrida tranquila, já com mais sete Meia Maratonas e uma Maratona de experiência, e sobretudo com mais 2000 Km corridos em treinos e provas nas pernas. O meu PBT da Meia Maratona é 1h52’ e arrisquei propor-me o tempo de 1h50 como limite para esta corrida. No entanto após os 5 Km de corrida percebi que não seria hoje que ia baixar o PBT. Por alguma falta de concentração não me conseguia focar no ritmo de corrida, e os 5’10”/Km que tinha apontado como ritmo constante para toda a corrida, teimavam em subir para algo entre os 5’30” e os 6’00”, o que originou toda uma corrida aos repelões e cheia de mudanças de ritmo, o que geralmente não beneficia muito a minha corrida. A multidão desta prova também não ajuda, pois os zigzagues para quem corre no meio do pelotão são uma inevitabilidade do início ao fim da corrida. Acabei assim esta corrida em ritmo de treino e com o tempo de 1h58’06”.


O Alexandre e eu após finalizarmos a Meia Maratona de Lisboa
Em resumo, em um ano de treinos e corridas a melhoria foi de 21’32” o que não deixa de ser significativo. O acumular de quilómetros nas pernas, e a experiência de um ano na preparação de treinos e corridas, na escolha dos equipamentos e dos zingarelhos, revela-se assim de relevante preponderância para quem encara as corridas como objectivos pessoais, sejam eles de cronómetro ou de desenvolvimento pessoal. Citando Oscar Wild, a experiência é o nome que damos aos nossos erros, e sem dúvida que um ano nos permite adquirir muito conhecimento e corrigir muitos erros.
  
Continuação de bons treinos e boas corridas!

Começar a correr

Começar a correr…

As primeiras semanas foram como se tivesse morrido. Depois… bem, depois foi como se tivesse renascido!

É difícil atingir um objectivo sem sacrifícios. O meu objectivo começou por ser, e ainda é, perder os quilos que transporto a mais.
No longínquo 2010, algures antes do Verão, comecei esta luta. Com muita (alguma) vontade e outro tanto de determinação. Lembro-me que o meu primeiro treino foi no Paredão de Oeiras, 3,5 Km para cada lado. Sentia-me tão bem que decidi algures durante o treino que ia correr o paredão todo. Resultado, se corri os primeiros 3,5 Km, voltar para trás foi uma aventura e demorou uma eternidade. Foi a passo e demorei quase duas horas para fazer esses 7 Kms!!!

A minha estreia em corridas 🙂
Passou o verão e os treinos que fiz resultaram na perda dos quilinhos extra do extra que já tinha na altura. Motivador, mas correr para mim sempre foi chato e aborrecido, e nada melhor do que a chegada do frio e da chuva, para arranjar um bom motivo para fazer uma pausa nos treinos. Primeiro durou um dia, depois uma semana, depois chegou o Natal, a seguir a passagem de Ano, depois o Carnaval, a Páscoa e por aí fora, e quando dei por ela os quilos extra do extra não só tinham regressado, como trouxeram por afinidade outros quilinhos amigos extra do extra do extra. Na realidade passou um ano entre a meia dúzia de treinos que fiz em 2010 até começar a correr de novo em Outubro de 2011.

O que mudou entretanto? Apenas um clique. O que em 2010 era uma intenção, em 2011 transformou-se num objectivo, e decidi que iria fazer os sacrifícios necessários para cumprir esse objectivo. Adquiri um zingarelho para monitorizar os meus treinos, o famoso Adidas Micoach, e comecei a participar em corridas. Estreei-me nos 10Km da Corrida do Tejo de 2011, com literalmente meia dúzia de treinos nas pernas. A alegria de cortar a meta foi indescritível, mas quando ao cortar a meta olhei para o cronómetro e vi 1h02, imediatamente defini o objectivo seguinte: correr os 10km em menos de uma hora. O novo objectivo foi concretizado dois meses depois na São Silvestre de Lisboa, onde tirei cercar de 6 minutos ao meu tempo de estreia nos 10Km. E é assim que de corrida em corrida e de objectivo em objectivo, tenho continuado a correr e a perseguir o objectivo principal, o tal de perder os quilos extra.

Sacrifícios, sim são necessários. Primeiro aprendi a viver morto-vivo nos primeiros meses de treinos. Depois tive de trocar muitas jantaradas, saídas com amigos, eventos, aniversários, tempo com a família, e outras actividades que habitualmente fazia, por horas de treino, alimentação mais saudável e descanso. Na prática tive de redefinir um novo equilíbrio pessoal e relacional com todos os meus amigos, família e até comigo próprio, tarefa que acreditem que não foi/é fácil.
O último objectivo cumprido: correr uma maratona.
Por outro lado a sensação de ter renascido ao fim de uns meses de treinos e o sabor indescritível de cumprir os objectivos a que me proponho, são a motivação que me levam a correr todos os dias um bocadinho mais ou um pouco mais depressa. Sem pressões e sem loucuras, dando pequenos passos de cada vez e cruzando metas todos os dias em busca do objectivo final.

As primeiras semanas foram como se tivesse morrido. Depois… bem, depois foi como se tivesse renascido!

42 Erros da Maratona

Na Maratona de Sevilha de 2013 foi distribuída pela organização uma revista com toda a informação da prova e alguns artigos interessantes. Um dos artigos que me chamou à atenção, talvez por ser a minha estreia na distância, foi o 42 Erros da Maratona. Este artigo resume muito bem muitas das máximas que por aí se dizem nos mais diversos fóruns e publicações, e podem ser uma ajuda preciosa a quem pensa começar a treinar para correr a maratona. Na minha opinião estes erros são comuns a qualquer corrida mais longa, digamos de Meia Maratona para cima, pelo que devem estar sempre na nossa mente.
Então aqui ficam os 42 erros mais comuns:

Treinos de Corrida
1 Treinar pouco
2 Treinar em excesso
3 Fazer poucos quilómetros
4 Fazer treinos demasiado longos numa só sessão
5 Trocar a planificação ou método de treino a meio da preparação para a corrida
6 Correr as séries curtas demasiado depressa
7 Correr sempre depressa
8 Recuperar demasiado entre séries
9 Ir ao limite nos treinos
10 Fazer muitos treinos em superfícies inadequadas
11 Excesso de competições antes da maratona
12 Não competir antes da maratona

Treino Complementar
13 Não fazer alongamentos
14 Não fazer abdominais
15 Descansar pouco
16 Não fazer exercícios de tornozelos
17 Não fazer exercícios com pesos
18 Sofrer nos treinos

Eu e João Vargas depois de terminarmos a Maratona de Sevilha 2013


Psicologia e Lesões
19 Não ter os objectivos claros
20 Não saber qual é a marca real a que se pode aspirar
21 Obsessão com a marca a realizar
22 Não adaptar os treinos à sua própria realidade
23 As posturas incorrectas do quotidiano também podem causar lesões
24 Falta de recuperação após uma lesão

Alimentação
25 Pouca hidratação durante os treinos
26 Hidratar-se pouco ou em excesso durante a corrida
27 Não tomar o pequeno-almoço antes da maratona
28 Alimentação pouco variada
29 Querer perder peso para correr mais



Equipamento
30 Estrear os ténis na maratona
31 Estrear as meias na maratona
32 Não usar vaselina nas axilas, virilhas e mamilos (homens)
33 Usar vestuário inadequado
34 Competir com ténis demasiado leves

Durante a Maratona
35 Tomar gel ou ampolas de assimilação rápida na maratona
36 Dar mudanças de ritmo na maratona
37 Correr a primeira parte mais rápida do que a segunda
38 Não adaptar-se ao clima do dia da corrida
39 Correr a maratona sem estar motivado
40 Competir a maratona constipado
41 Competir a maratona lesionado

42 Não descansar depois da maratona

Estreia na Meia Maratona

Está quase a fazer um ano em que corri pela primeira vez uma Meia Maratona: a 22ª Meia Maratona de Lisboa. Em termos líquidos tinha pouco mais de três meses de treinos nas pernas, desde que tinha decido começar a correr para perder uns quilos extra. Foi uma aventura arriscada, cumpri um plano de treinos (muito) curto para o objectivo de correr os 21 Kms, e cometi erros no dia da prova que só um iniciante neste mundo das corridas comete. No final cheguei à meta com o (vergonhoso) tempo de 2h19’38”, mas com o doce sabor de um objectivo cumprido: correr uma Meia Maratona sem parar. O segundo objectivo de correr a Meia Maratona em menos de 2h10 ficou por cumprir, mas ficou igualmente a certeza que esta seria a primeira de mais Meias Maratonas, e de que o Personal Best Time iria ser batido muito em breve.
Dia 24 lá estarei na 23º Meia Maratona de Lisboa para comemorar este marco histórico na minha curta experiência de corredor. Não é uma prova que me entusiasme particularmente: há muitas pessoas que não vão correr, a partida é estreita e não se consegue aquecer convenientemente antes do início. No entanto sinto-me na necessidade de melhorar o tempo da minha estreia, apontando desta vez para qualquer tempo abaixo de 1h56’. Os quilos extra já não são tantos como há um ano atrás mas ainda existem, o meu PBT de Meia Maratona é agora de 1h52’09”, mas ainda assim encontro-me em plena preparação para a minha segunda Maratona. Portanto não devo exagerar em ritmos malucos para fazer tempos canhão. Veremos como corre e cá estarei para contar. O meu colega de blogue Perdigão também lá estará e espero que voe para o seu PBT. 
Prós desta prova:
  • Paisagem bonita;
  • Passar a Ponte 25 de Abril a correr ou a pé;
  • Organização eficiente no que diz respeito a abastecimentos e apoio durante a prova.

Contras desta prova:

  • Muitos participantes entre atletas da Meia Maratona e da Caminhada;
  •  Partida muito estreita na entrada da ponte para tantas pessoas;

Conselhos de rookie:

  •  Ir cedo o suficiente para garantir um lugar na partida o mais à frente possível. A multidão que vem atrás é enorme!
  • Tentar ficar na lateral do corredor da partida para poder aquecer um pouco antes da partida.
  • Levar equipamento adequado para as condições atmosféricas que estiverem previstas para o dia da prova.