Regresso à Estrada

A última prova de estrada que fiz tinha sido há pouco mais de dois anos, na Maratona do Porto. Desde então as provas oficiais em que participei foram exclusivamente de trilhos.

Ontem porém, regressei às provas de estrada e mais uma vez por um bom motivo, apadrinhar o meu primo Mário na sua estreia nos 21Km.

O objectivo dele era terminar em menos de 2 horas de prova, e eu mesmo sem grande treino nos últimos dois meses aceitei o desafio de ir puxar por ele na Meia Maratona de Évora.

Évora é uma cidade de que gosto muito e foi bom rever esta cidade bonita e cheia de história. Esta corrida serviu também para rever alguns amigos que já não via há algum tempo, precisamente por me ter dedicado às corridas na montanha.

Elapsed Time Moving Time Distance Average Speed Max Speed Elevation Gain
01:55:59 01:55:22 21.37 11.11 19.44 136.60
hours hours km km/h km/h meters

A prova em si foi tranquila, começou na Praça do Giraldo e serpenteou algumas mias estreitas do centro histórico de Évora, até chegarmos ao Templo de Diana. Apesar de mais estreitas, conseguimos circular sem atropelos ou acidentes ou que já não foi mau. Nem o piso de empedrado ou paralelo que eu detesto desta vez me incomodou.

Depois foi circular na zonas circundantes à cidade, para regressar de novo à Praça do Giraldo onde chegámos com pouco mais de 1h55 de corrida.

A prova em si foi tranquila. Foi um luxo para o Mário ter duas lebres a puxar por ele, eu e o Ivo. Começámos, talvez, um pouco rápido de mais para o Mário, e ele veio a ressentir-se a partir do Km 18, onde começou com cãibras e teve de abrandar forçosamente. Foi pena, porque a parte final da corrida era propícia a acelerar mais um pouco e poderíamos ter tirado uns minutos ao tempo final, mas para uma estreia não foi mau de todo, e tomara eu ter feito menos de 2 horas quando me estreei na Meia Maratona.

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Foi bom para mudar um pouco o registo das provas de montanha, e até ao final do ano ainda irei participar em mais uma ou duas provas de estrada para desanuviar. Uma será a primeira edição da São Silvestre de Almada, outra ainda se verá.

Agora venha o Caminho de Santiago, onde espero encontrar a inspiração para preparar um 2017 em grande.

Continuação de bons treinos e de boas aventuras!!!

Resumo do Mês de Setembro

Após um interregno na escrita que durou quase quatro meses, eis que recomeça tudo aqui, com cara lavada, num blog mais pessoal e mais transmissível, e com a certeza que pretendo afirmar cada vez mais a minha faceta de atleta Ultra Runner.

Setembro foi o mês para retomar os treinos com maior intensidade, à medida que o tornozelo torcido no mês de Junho ia ficando cada vez mais próximo dos 100%, para terminar em beleza com a participação no Grande Trail Serra d’Arga.

 

Grande Trail Serra d'Arga
Grande Trail Serra d’Arga

O mês de Setembro começou com a já tradicional rentrée nas provas após as férias de verão, com a participação na mítica Meia Maratona de São João das Lampas, onde cumpri em ritmo de treino mais uma fantástica organização do amigo Fernando Andrade.

Foi ainda o mês de organizar o Urban Night Trail 2790, onde 23 atletas participaram num espectacular treino pelo carrocel da Serra de Carnaxide.

 

Urban Night Trail 2790
Urban Night Trail 2790

 

Para terminar Setembro nada melhor que estrear-me numa das míticas provas de trail running portuguesas o Grande Trail Serra d’Arga. Foram 53 Km de sobe e desce, cumpridos em pouco menos de 8h30. Uma organização excelente do Carlos Sá, condições atmosféricas que proporcionaram um dia excelente, e um percurso de uma beleza impar, foram factores que tornaram esta uma das provas que me deu mais gozo de fazer.

Danos colaterais
Danos colaterais

 

Para a história do mês de Setembro ficam os seguintes números:

Contagem: 15 Actividades + 2 Provas

Distância: 314,40 km

Hora: 35:57:21 h:m:s

Ganho de elevação: 8158 m

Calorias: 39857 C

 

 

 

 

Continuação de bons treinos e de excelentes provas!!!

Correr na Ponte 25 de Abril

A minha estreia na distância da Meia Maratona foi precisamente na prova da Ponte 25 de Abril, onde muitos amigos se vão, oficialmente, estrear na distância amanhã também.

A todos eles um voto de boa sorte e divirtam-se ao longo da corrida, isso é mesmo o mais importante. Vai estar sol e calor pelo que é importante protegerem-se com um boné e protector solar, e claro, mesmo que não tenham sede hidratem-se ao longo da corrida, ainda que seja apenas com um golo de água.

Gostaria de estar aí para os apadrinhar, mas desta vez o meu treino será outro, para preparar as provas duras que estão quase a chegar. Têm todos obrigação de bater o meu tempo de estreia na Meia de Lisboa: 2h19:38.

Aos repetentes, desejo que corram com asas nos pés e batam os vossos recordes pessoais.

Outros amigos andarão mais a norte, pelos Trilhos do Paleozóico, e aqui ficam igualmente os votos de boa sorte para todos eles também.

Àqueles que vão apenas treinar seja para se recrearem ou para preparar outras provas, divirtam-se e aproveitem o tempo primaveril.

E eu partirei daqui a pouco para mais um treino nocturno pela Serra de Sintra.


Boa sorte para todos!!!

Resumo do mês de Novembro

Novembro já é história. Comecei por bater o meu record pessoal na Maratona e terminei em modo treino e relax, com poucos treinos e intensidade, para relaxar um pouco o corpo e a mente e permitir-me treinar em Janeiro e Fevereiro com maior carga e intensidade, rumo à Maratona de Sevilha.
 
 


No final da Maratona do Porto com o Bruno e o Vargas

Comecei Novembro com 3h44m22 na Maratona do Porto, atingindo assim o objectivo pessoal de terminar abaixo das 3h45 de corrida. Na semana seguinte aproveitei para ir passear até à Meia Maratona da Nazaré, que cumpri obviamente sem recordes e ainda a recuperar da Maratona do Porto. Participei ainda no Treino Nocturno de São João das Lampas, que reproduz o percurso da mítica Meia Maratona de São João das Lampas, desta vez numa variante nocturna e não competitiva.

 
Após a Maratona do Porto, Novembro foi essencialmente um mês para rolar e não perder muito a forma.
 
 
 
Os números que ficam para a história de Novembro são:
• Contagem: 20 Treinos + 2 Provas
• Distância percorrida: 219,70 km
• Tempo: 20:08:03 h:m:s
• Ganho de elevação: 2678 m
• Velocidade Média: 10,9 km/h
• Ritmo Cardíaco Médio:  ND
• Calorias Gastas: 18.526 Cal
 
A aquecer para a MM da Nazaré com a Marta e o Daniel
Dezembro será um mês para começar a „meter“ de novo alguma intensidade nos treinos. Irei participar na Meia Maratona dos Descobrimentos e na São Silvestre de Lisboa, e irei estrear-me no Trail Longo do Cabo Espichel (30 Km), tudo em ritmo de treino pois o objectivo é preparar.
Bons treinos e melhores corridas!!!

Resumo do Mês de Outubro

Mais um mês que chega ao fim e que se revelou muito interessante ao nível das corridas.

Na Maratona de Lisboa

Foi o mês da Maratona de Lisboa, onde atingi o objectivo de terminar abaixo das 4h00 de corrida. Foi também o mês de treinar, sem esforçar ao limite, para a Maratona do Porto que é já no próximo Domingo. Pelo meio ainda participei na Meia Maratona Ribeirinha da Moita, nos 20 Km de Almeirim e nos 10 Km da Night Run. A Meia Maratona Ribeirinha foi corrida em 1h51; ritmo de treino, uma semana após a Maratona de Lisboa. Nos 10 Km da Night Run bati o meu recorde pessoal dos 10 Km, o que não foi difícil devido a raramente participar em provas tão curtas. Em provas oficiais de 10 Km o meu recorde é agora de 48’40”. Por fim nos 20 Km de Almeirim fiz 1h43. A uma semana da Maratona do Porto a ideia foi rolar sem esticar muito para não cansar. O tempo foi médio para a minha forma actual, mas ainda assim dá para verificar a melhoria que existiu no espaço de um ano, tendo tirado quase 8 minutos ao tempo que efectuei o ano passado neste mesmo percurso.



Entre provas houve direito a alguns treinos de rampas e treinos de séries, que me proporcionaram o melhorar um pouco a forma face à que exibia na Maratona de Lisboa. Espero que no Porto corra melhor e consiga melhorar o meu tempo na distância da Maratona.
Na Night Run

Para a história ficam os números, que em Outubro foram:

  • Contagem: 26 Treinos + 4 Provas
  • Distância percorrida: 295,70 km
  • Tempo: 27:17:43 h:m:s
  • Ganho de elevação: 3216 m
  • Velocidade Média: 10,8 km/h
  • Ritmo Cardíaco Médio: 144 bpm
  • Calorias Gastas: 18.169 Cal

Outubro já passou e foi um mês positivo. Novembro começa já com a Maratona do Porto no próximo Domingo, para não se perder o ritmo. A todos os que vão participar na Maratona do Porto, votos de boa sorte e boa corrida.

Próximo destino: Porto.

Bons treinos e melhores corridas!!!

Resumo do mês de Setembro

Setembro foi um mês misto de sensações boas e menos boas.

Menos boas porque a minha lesão no tibial anterior ainda entrou por Setembro a dentro e não me permitiu concluir pela primeira vez uma prova: a Meia Maratona de São João das Lampas.

Apanhado pelo Pedro Carvalho no treino da coincidência
Sensações boas, porque a partir de determinada altura consegui começar a treinar a sério sem problemas e ainda consegui recuperar um pouco da forma entretanto perdida. Venha agora a Maratona de Lisboa.

Para a história os números do mês de Setembro:

• Contagem: 20 Treinos + 1 Corrida
• Distância percorrida: 233,90 km
• Tempo: 22:09:45 h:m:s
• Ganho de elevação: 1412 m
• Velocidade Média: 10,6 km/h
• Ritmo Cardíaco Médio: 145 bpm
• Calorias Gastas: 14217 Cal

Para o objectivo Maratona de Lisboa deveria ter corrido em Setembro cerca de 75 Km mais. Só assim teria uma preparação ao nível da que atingi para a minha participação na Maratona doLuxemburgo. Fiz o que foi possível fazer e posso dar-me por satisfeito por ter recuperado a tempo de treinar o suficiente para participar na Maratona de Lisboa.

Metade da equipa ACCVCAVI depois das Lampas

Setembro foi o mês da participação na Meia Maratona de São João das Lampas onde tive de abandonar a prova a meio, mas também onde a equipa ACCVCAVI esteve representada em força com nove atletas, tendo (quase) todos conseguido excelentes resultados.

Pessoalmente, ainda tive tempo para fazer dois treinos longos, (29 e 34 Km), e o final do mês já foi em modo “taper” para chegar ao próximo Domingo em condições.
Percurso da Maratona de Lisboa no próximo Domingo, Apareçam!!!

Por falar nisso, Domingo saiam de casa e passem pelo percurso da Maratona de Lisboa. Entre Cascais e o Parque das Nações de certeza que poderão apoiar os atletas em algum ponto da prova. 
Como bónus quem sabe se não ganham o bichinho da corrida e vêm experimentar um dia destes.


Bons treinos e melhores corridas!!!

São João das Lampas agridoce

A 37ª Meia Maratona de São João das Lampas que decorreu no passado Sábado, teve para mim um sabor agridoce.
O Perdigão em grande estilo a bater o seu recorde nos 21Km
Por um lado ainda não estava ainda a 100% recuperado da minha lesão o que me levou a abandonar a prova aos 11 Km, por outro lado consegui reunir um grupo de amigos para correr sob o nome da equipa ACCVCAVI, o que resultou numa participação muito honrosa e divertida.
Antecipadamente já sabia que ainda não me encontrava 100% recuperado da minha lesão, estaria, digamos, a 95%, pelo que, apesar de não gostar de desistir de nada, estava preparado para o fazer caso essa se revelasse a melhor opção. O objectivo continua a ser a Maratona de Lisboa e São João das Lampas era apenas mais uma etapa na preparação.
Foi com esta convicção que me dirigi para a partida da prova, onde para além dos 8 atletas que representaram a ACCVCAVI, estavam dezenas de amigos do Portugal Running e de outras equipas.

Iniciada a corrida, a minha ideia era tentar perceber até onde a dor na canela poderia ou não impedir concluir a prova num tempo aceitável, o que para mim e na condição de lesionado seria um ritmo entre os 5:30-5:40/Km. Os primeiros 5 Km foram relativamente tranquilos e consegui manter este objectivo, as subidas eram feitas a bom ritmo e a canela não importunava muito. O pior foi quando começou a descer! As descidas custavam muito mais, a canela não me permitia acelerar e tinha de abrandar para um ritmo acima dos 6:00/Km o que a descer é sempre um contrassenso. A dor na canela fazia-se sentir ainda que longe de ser insuportável, mas às páginas tantas dei por mim a pensar, inconscientemente, em modos de passada que minimizassem todo o impacto e a dor que me acompanhava… Quando tomei consciência deste pensamento, não tive dúvidas que o melhor seria parar por ali de modo a não agravar a lesão ou, pior do que isso, arranjar outra noutra zona diferente do corpo. E assim perto do Km 11, sabendo as subidas e descidas que ainda faltavam para o final, tomei a difícil decisão de desistir da corrida e ir a pé os cerca de 2 Km que faltavam até São João das Lampas.
Uma desistência seja em que circunstância for tem sempre um sabor amargo, mas fico com a esperança que a Maratona de Lisboa possa oferecer um sabor bem doce para compensar este.

Na perspectiva da prova ACCVCAVI, este terá sido um dia histórico. Nove participantes na equipa: eu e o Alexandre como fundadores deste grupo de amigos, e depois o Joost, o Almeida, o Afonso, o Hugo, o Ricardo, o Nuno Lopes e o Miguel Loureiro que substituí-o à última hora o meu amigo Luís Sousa. Cada um de nós tinha as suas expectativas, desde terminar a fazer o melhor possível abaixo das 2h00, à excepção do Joost e do “Canhão” Afonso pertencem claramente a outro nível e iriam correr para fazer um muito bom tempo, algo abaixo da 1h30.

Cinco dos ACCVCAVI: Joost, Alexandre, eu, Almeida e Ricardo


No final os resultados ACCVCAVI foram:

Duas desistências – a minha e a do Nuno Lopes igualmente lesionado;

Ricardo Ribeiro – 2h12’3’” na sua estreia na distância da Meia Maratona, um excelente 
resultado nesta prova de dificuldade elevada, Parabéns!!!

Hugo Fragoso – 2h10’51” um bom tempo para quem anda a treinar para a Maratona do 
Porto, Parabéns!!!

Miguel Loureiro – 2h10’32” um tempo dentro daquilo que eram as sua expectativas, 
Parabéns!!!

Alexandre Perdigão – 1h55’53” a bater o seu record nesta distância e a revelar que se está 
a preparar bem para a Maratona de Lisboa, Parabéns!!!

Nuno Almeida – 1h42’46” igualmente um excelente resultado, Parabéns!!!

João “Canhão” Afonso – 1h31’17” sempre a muito bom ritmo e mais um grande resultado, 
Parabéns!!!

E por fim a “Estrela da Companhia” o Joost de Raeymaeker com o estonteante tempo de 1h21’52”, tinha o turbo ligado e ninguém o apanhava, Parabéns!!!
Parabéns Joost de Raeymaeker! O nosso homem turbo…

Só faltaram ao grupo o meu amigo Camané, que terminou com 1h33’39” e desta vez correu como individual, uma falha que em próximas provas iremos colmatar, e os “fundadores coxos”: João Vargas que anda a banhos lá mais para sul, e o Bruno que continua atrás das ovelhas lá mais para norte.

Por fim dois comentários para a organização:

Um abraço e os parabéns ao Fernando Andrade por conseguir organizar uma prova com este nível com os recursos sempre reduzidos de que dispõe;

Os votos de melhoras para a Xistarca, que ao nível da cronometragem e classificações continua a revelar as falhas de sempre, com atletas que não aparecem na classificação, nomes e tempos trocados, etc., etc..

Findas as hostilidades desportivas, houve tempo para um magnífico churrasco organizado pelo pessoal do Portugal Running, com tudo a que tínhamos direito. Obrigado Henriqueta, Alberto e João.


Para o ano espero ter melhor sorte e poder concluir mais uma vez esta prova cheia de subidas e descidas, mas que faz o encanto de todos os atletas.

Bons treinos e melhores corridas!!!

Resumo do mês de Junho (e de Maio também)

O resumo de mês de Maio ficou esquecido no fundo da gaveta. Uma primeira semana de Junho movimentada, dividida entre Hamburgo, Lisboa e Luxemburgo, com muita actividade profissional e os últimos dias de preparação para a Maratona do Luxemburgo, relevaram a publicação do resumo de Maio para um semi esquecimento, mas que vale a pena retomar agora em conjunto com o resumo do mês de Junho.

Então em Maio foi assim:
Maratona do Luxemburgo
Foi o último mês de preparação para a Maratona do Luxemburgo, e foi o mês onde corri pouco mais de 302 Km – o meu record até à data de distância percorrida num mês. Foi o mês do treino longo mais duro que realizei: o Treino 20 Buscar para Correr + 11 Km, e omês da participação nas Meias Maratonas de Setúbal, do Douro Vinhateiro e da Areia.

Um mês bastante positivo, a puxar bem pelo “cabedal“ e a sentir a forma a melhorar a cada Km percorrido.
Os números de Maio foram:

• Contagem: 21 Treinos + 3 Provas
• Distância percorrida: 302,13 km
• Tempo: 28:58:18 h:m:s
• Ganho de elevação: 3096 m
• Velocidade Média: 10,4 km/h
• Ritmo Cardíaco Médio: 154 bpm
• Calorias Gastas: 25.180 Cal
Já o mês de Junho foi obrigatoriamente um pouco diferente. Foi o mês da Maratona do Luxemburgo, a prova onde se iria revelar se os treinos dos três meses anteriores teriam sido eficazes ou não, e foi o inicio da preparação para a Ultra Maratona Atlântica. O objectivo Luxemburgo foi cumprido com sucesso tendo terminado a maratona abaixo das 4h; e no último Sábado do mês, na Corrida das Fogueiras, ainda consegui correr 15Km com um ritmo de 4:58 min/km,  a primeira vez que consegui terminar uma corrida com ritmo abaixo de 5 min/km. Foi um mês intenso, a treinar com intensidade mas sem exagerar no esforço para evitar que apareça qualquer arreliadora lesão.
Os números de Junho foram:

• Contagem: 20 Treinos + 2 Provas
• Distância percorrida: 263,01 km
• Tempo: 25:18:33 h:m:s
• Ganho de elevação: 2294 m
• Velocidade Média: 10,4 km/h
• Ritmo Cardíaco Médio: 152 bpm
• Calorias Gastas: 21.925 Cal
Já a treinar para Ultra Maratona Atlântica

A titulo de curiosidade publico também o resumo do primeiro semestre do ano. Os seis primeiros meses de corridas de 2013 resultaram em:

• Contagem: 118 actividades entre treinos e provas
• Distância percorrida: 1.340,20 km
• Tempo: 132:27:12 h:m:s
• Ganho de elevação: 12970 m
• Velocidade Média: 10,4 km/h
• Calorias Gastas: 130.376 Cal
A manter este ritmo o ano de 2013 irá terminar com cerca de 2680 Km. No final farei as contas e veremos qual o semestre mais forte do ano.
Bons treinos e boas corridas!!!

7ª Meia Maratona das Cataratas

Este texto é da autoria da minha amiga Gabriela Louzada, que se estreou na distância da Meia Maratona no passado fim-de-semana, na Meia Maratona das Cataratas. Por uma questão técnica estou eu a publicar o texto, mas o mérito é todo da Gabi.

Quando aceitei o desafio do querido amigo Nuno, não assinei cláusula nenhuma que garantisse bons resultados ou até um treino sério. E assim foi: sem grandes resultados, o justo reflexo de pouco treino e alimentação ainda bem distante do ideal pra alguém que se dispõe a correr (ou completar, não necessariamente correndo) 21km.
As cataratas da Foz do Iguaçu.

Parque Natural de Iguaçu

Fazia bastante frio na manha da prova, acho que por isso, e também pelo excesso de tempo (fruto da ansiedade) alonguei-me bastante antes da largada. Fiz os 10 primeiros quilómetros em ritmo conservador, pois sabia que após os 10 habituais teria que vencer mais 11k. Na marca dos 9k tive que andar pela primeira vez (era uma subida enorrrme). 


Parque Natural de Iguaçu




Ainda consegui correr ate o quilometro 12, a partir dai andei todas as subidas correndo somente nas partes planas ou de declive até ao quilometro 17, quando não pude mais correr, sentia dores na lombar, nos joelhos e principalmente nos tornozelos e pés – andei ate avistar o portal de chegada, e corri sobre o tapete vermelho estrategicamente colocado para receber os campeões nos 50 metros finais da corrida, afinal não queria aparecer andando na foto oficial de chegada!




A Gabi e a sua medalha, conquistada com muito esforço e mérito.

Obrigado pelo relato Gabi e parabéns pelo desafio concretizado!!! Boa sorte para as próximas corridas!!! 😉


A Irmã da Meia Maratona do Douro Vinhateiro

Em Fevereiro, quando decidi participar na Meia Maratona doDouro Vinhateiro com o epíteto de “A Mais Bela Corrida do Mundo”, li algures no site desta prova, que existia uma parceria com uma prova irmã no Brasil, a MeiaMaratona das Cataratas, uma prova tão ou mais bela que a Meia Maratona do Douro.

Esta notícia trouxe-me logo à lembrança a minha amiga brasileira Gabriela, que naquela altura tinha começado nesta aventura das corridas uns meses antes. 

Envie-lhe uma mensagem mais ou menos assim: “Gabi, vou participar na Meia Maratona do Douro e aí no Brasil existe uma prova irmã, a Meia Maratona das Cataratas, não queres participar também?”. Juntei o link da prova, e poucos minutos depois recebi a resposta que foi mais ou menos assim: “Nossa Nuno, vou treinar para participar sim!”, e assim começou a aventura da Gabi nas Meias Maratonas, ela que até então só tinha participado em provas de 10 Km. 

Entre Março e até ao último fim-de-semana, fui sempre dando uma força via mensagens para a motivar nos seus treinos; sei que ela se baldou um “bocadinho” e podia ter treinado mais. Ainda assim tinha a certeza que ela iria terminar a prova, nem que fosse a “rebolar”, pois conheço igualmente a sua força de vontade para chegar ao fim com sucesso.

As bonitas Cataratas do Iguaçu onde decorreu a Meia Maratona
E assim foi, na sua prova de estreia terminou a 7ª Meia Maratona das Cataratas em 2h53’31” num percurso com muitas subidas e descidas, que certamente não é fácil para uma estreante.

Inserida no Parque Natural do Iguaçu, nesta prova podem-se observar pássaros dos mais exóticos que a nossa imaginação permite. 

Parabéns pelo excelente resultado Gabi, e agora é sempre a melhorar!!!
A Gabi e a sua medalha, conquistada com muito esforço e mérito.

Gabi, estás desafiada publicamente a contar a história da tua estreia na Meia Maratona aqui no blog. Aguardamos com curiosidade que nos contes a tua aventura. 😉