Resumo do Mês de Outubro

Mais um mês que chega ao fim e que se revelou muito interessante ao nível das corridas.

Na Maratona de Lisboa

Foi o mês da Maratona de Lisboa, onde atingi o objectivo de terminar abaixo das 4h00 de corrida. Foi também o mês de treinar, sem esforçar ao limite, para a Maratona do Porto que é já no próximo Domingo. Pelo meio ainda participei na Meia Maratona Ribeirinha da Moita, nos 20 Km de Almeirim e nos 10 Km da Night Run. A Meia Maratona Ribeirinha foi corrida em 1h51; ritmo de treino, uma semana após a Maratona de Lisboa. Nos 10 Km da Night Run bati o meu recorde pessoal dos 10 Km, o que não foi difícil devido a raramente participar em provas tão curtas. Em provas oficiais de 10 Km o meu recorde é agora de 48’40”. Por fim nos 20 Km de Almeirim fiz 1h43. A uma semana da Maratona do Porto a ideia foi rolar sem esticar muito para não cansar. O tempo foi médio para a minha forma actual, mas ainda assim dá para verificar a melhoria que existiu no espaço de um ano, tendo tirado quase 8 minutos ao tempo que efectuei o ano passado neste mesmo percurso.



Entre provas houve direito a alguns treinos de rampas e treinos de séries, que me proporcionaram o melhorar um pouco a forma face à que exibia na Maratona de Lisboa. Espero que no Porto corra melhor e consiga melhorar o meu tempo na distância da Maratona.
Na Night Run

Para a história ficam os números, que em Outubro foram:

  • Contagem: 26 Treinos + 4 Provas
  • Distância percorrida: 295,70 km
  • Tempo: 27:17:43 h:m:s
  • Ganho de elevação: 3216 m
  • Velocidade Média: 10,8 km/h
  • Ritmo Cardíaco Médio: 144 bpm
  • Calorias Gastas: 18.169 Cal

Outubro já passou e foi um mês positivo. Novembro começa já com a Maratona do Porto no próximo Domingo, para não se perder o ritmo. A todos os que vão participar na Maratona do Porto, votos de boa sorte e boa corrida.

Próximo destino: Porto.

Bons treinos e melhores corridas!!!

Objectivo: Rock ‘n’ Roll Maratona de Lisboa

Em rápida contagem decrescente para a partida da Maratona de Lisboa, já preparei tudo o que havia a preparar para tornar a corrida dos 42,195 Kms o mais confortável possível. Equipamento, relógio, géis de hidrocarbonatos, saco com roupa para a chegada, e mais alguns pequenos detalhes ao meu gosto pessoal.


Esta será a minha terceira maratona e a primeira que vou correr em Portugal. O percurso é-me familiar – (treino nele bastantes vezes), parece que vai estar uma manhã quente – (o que me fará estar ainda mais atento à hidratação),e a preparação apesar de não ter sido a perfeita foi, em teoria, suficiente para fazer esta prova com alguma confiança. Mas 42 Km são 42 Km e nunca se sabe o que pode acontecer numa distância como esta. Todos os pormenores são importantes e há que estar atento a tudo: à estrada, à hidratação, aos companheiros de corrida, e sobretudo aos sinais que o nosso corpo nos dá.

Os meus objectivos para os 42,195 Kms da Maratona de Lisboa são:

1) Terminar a minha primeira Maratona em Portugal;

2) Nunca parar nem andar;

3) Correr a um ritmo no intervalo de 5:10 a 5:30 por Km;

4) Terminar com o tempo final entre 3h38 e 3h52.


Muitos amigos e companheiros de treinos e corridas vão fazer a sua estreia na distância da maratona nesta prova. A todos eles desejo a maior sorte e que o empeno no final seja benévolo para com eles.

A todos eles que se vão estrear nesta distância, dou o mesmo conselho que recebi antes da minha estreia: Se te fores a sentir mal e cansado, abranda. Se te fores a sentir muito bem e cheio de força, abranda.

E é isto. Desistir não é opção, a prova é para acabar mesmo que seja a andar!

Correndo o risco de me esquecer de alguém, um Boa Sorte especial para os estreantes: Alexandre Perdigão, Nuno Almeida, Pedro Pisco, Luís Sousa, Marta Andrade, Daniel Ramos, Joana Saraiva, Cristina e todo o restante gang do Portugal Running que se vai estrear e com o qual tive muito gosto em partilhar alguns treinos.

A equipa Ai Cristo Cristo Vem Cá Abaixo Ver Isto, está representada nesta prova por 4 elementos: eu próprio, o João Vargas e os estreantes Alexandre Perdigão e Nuno Almeida.

Ainda um abraço para o Joost que nesta prova vai com dorsal VIP e vai correr para um resultado abaixo das 3h00, e outro para o Camané que vai tentar um tempo muito perto das 3h00. Que a prova corra muito bem a todos vocês.

Bons treinos e melhores corridas!!!

Resumo do mês de Julho

O sprint final na Ultra Maratona Atlântica – foto amma
O mês de Julho fica marcado pela minha estreia nas Ultra Maratonas. Ao nível de treinos foi um mês  regular, onde sobretudo cumpri o plano de treinos estabelecido para a estreia na Ultra Maratona Atlântica. Muitos treinos na areia aumentaram o esforço, mas necessariamente baixaram o ritmo médio mensal que vinha sendo regular nos últimos três meses.
A única prova em que participei no mês de Julho foi a Ultra Maratona Atlântica Melides – Tróia, de que podem ler o relato aqui. Foi uma prova bonita, em ritmo lento e de aprendizagem para as próximas edições, onde demorei 6h47 para percorrer os 43 Km do areal Melides – Tróia. Mais do que físico foi essencialmente um teste psicológico, resultado de correr em condições diferente das habituais (diria quase adversas) durante tanto tempo.
Entre treinos na areia, fartleks e séries, tenho de destacar o Treino Temático de homenagem a Francisco Lázaro do qual podem reler a história aqui.
Na Rua Francisco Lázaro em Lisboa


Os números do mês de Julho:

• Contagem: 24 Treinos + 1 Prova
• Distância percorrida: 249,52 km
• Tempo: 26:41:14 h:m:s
• Ganho de elevação: 1410 m
• Velocidade Média: 9,3 km/h
• Ritmo Cardíaco Médio: 152 bpm
• Calorias Gastas: 18939 Cal


Julho já passou e foi um mês bastante positivo pelo objectivo UMA alcançado. O inicio de Agosto antevê-se calmo para dar algumas férias às pernas, e o final será mais forte para entrar na nova época desportiva com um bom resultado na Meia Maratona de São João das Lampas, dia 7 de Setembro.


Boas férias, bons treinos e melhores corridas!!!

Resumo do mês de Junho (e de Maio também)

O resumo de mês de Maio ficou esquecido no fundo da gaveta. Uma primeira semana de Junho movimentada, dividida entre Hamburgo, Lisboa e Luxemburgo, com muita actividade profissional e os últimos dias de preparação para a Maratona do Luxemburgo, relevaram a publicação do resumo de Maio para um semi esquecimento, mas que vale a pena retomar agora em conjunto com o resumo do mês de Junho.

Então em Maio foi assim:
Maratona do Luxemburgo
Foi o último mês de preparação para a Maratona do Luxemburgo, e foi o mês onde corri pouco mais de 302 Km – o meu record até à data de distância percorrida num mês. Foi o mês do treino longo mais duro que realizei: o Treino 20 Buscar para Correr + 11 Km, e omês da participação nas Meias Maratonas de Setúbal, do Douro Vinhateiro e da Areia.

Um mês bastante positivo, a puxar bem pelo “cabedal“ e a sentir a forma a melhorar a cada Km percorrido.
Os números de Maio foram:

• Contagem: 21 Treinos + 3 Provas
• Distância percorrida: 302,13 km
• Tempo: 28:58:18 h:m:s
• Ganho de elevação: 3096 m
• Velocidade Média: 10,4 km/h
• Ritmo Cardíaco Médio: 154 bpm
• Calorias Gastas: 25.180 Cal
Já o mês de Junho foi obrigatoriamente um pouco diferente. Foi o mês da Maratona do Luxemburgo, a prova onde se iria revelar se os treinos dos três meses anteriores teriam sido eficazes ou não, e foi o inicio da preparação para a Ultra Maratona Atlântica. O objectivo Luxemburgo foi cumprido com sucesso tendo terminado a maratona abaixo das 4h; e no último Sábado do mês, na Corrida das Fogueiras, ainda consegui correr 15Km com um ritmo de 4:58 min/km,  a primeira vez que consegui terminar uma corrida com ritmo abaixo de 5 min/km. Foi um mês intenso, a treinar com intensidade mas sem exagerar no esforço para evitar que apareça qualquer arreliadora lesão.
Os números de Junho foram:

• Contagem: 20 Treinos + 2 Provas
• Distância percorrida: 263,01 km
• Tempo: 25:18:33 h:m:s
• Ganho de elevação: 2294 m
• Velocidade Média: 10,4 km/h
• Ritmo Cardíaco Médio: 152 bpm
• Calorias Gastas: 21.925 Cal
Já a treinar para Ultra Maratona Atlântica

A titulo de curiosidade publico também o resumo do primeiro semestre do ano. Os seis primeiros meses de corridas de 2013 resultaram em:

• Contagem: 118 actividades entre treinos e provas
• Distância percorrida: 1.340,20 km
• Tempo: 132:27:12 h:m:s
• Ganho de elevação: 12970 m
• Velocidade Média: 10,4 km/h
• Calorias Gastas: 130.376 Cal
A manter este ritmo o ano de 2013 irá terminar com cerca de 2680 Km. No final farei as contas e veremos qual o semestre mais forte do ano.
Bons treinos e boas corridas!!!

Maratona do Luxemburgo

Corri no passado Sábado a Maratona do Luxemburgo ou utilizando o nome oficial a ING Europe-Marathon Luxembourg. Objectivos cumpridos, os de terminar a prova e realizar um tempo abaixo das 4 horas.

Após levantar o dorsal para a maratona.

Porque raio me fui lembrar da Maratona do Luxemburgo?! Em Fevereiro quando terminei a Maratona de Sevilha, a minha primeira, pensei que fazer uma maratona de 4 em 4 meses seria um objectivo interessante e, olhando para o calendário, quatro meses depois de Fevereiro caía em Junho e, olhando para uma lista enorme de maratonas que ocorrem em Junho, saltou-me à vista a do Luxemburgo, país onde reside o meu irmão, podendo assim aproveitar um fim-de-semana de corrida e aproveitar para fazer uma visita familiar muito especial.

A partida.
Feita a escolha, ainda pairaram no ar algumas dúvidas se esta seria efectivamente a escolha acertada para uma segunda maratona. Depois de observar melhor o traçado da prova e a respectiva altimetria, constactei que os últimos 10Km seriam sempre a subir, e que este seria um final de maratona a impor respeito, onde nada seria semelhante com a maratona totalmente plana de Sevilha. Seria um duro obstáculo a ultrapassar, mas decidi por treinar afincadamente para ultrapassar mais este desafio dentro do desafio que já por si é a maratona.
Chegou assim a hora de realizar a necessária inscrição. Comparando com as provas nacionais, nesta se prova tudo se paga: a inscrição, o chip, e uma panóplia de opcionais onde se encontra também a t-shirt da prova (caso se pretenda uma obviamente). Entre inscrição e chip necessário para a corrida despendi 70,00 €, e para a T-shirt da prova foram necessários mais 20,00 €, ficando a brincadeira em 90,00 €, ou melhor 88,00 € pois com a devolução do chip devolvem 2,00 € dos 9,00 € que custa o aluguer do dito.
A receber uma garrafa de água do meu irmão ao Km 32 e com forte apoio do café da Celeste!!!
Na altura da inscrição fui avisado de que cerca de duas semanas antes da prova receberia pelo correio uma confirmação escrita da inscrição e um “Runner Handbook” com toda a informação importante sobre a mesma e assim foi, dia 23 de Maio chegou cá a casa toda esta informação como prometido. Foi uma boa surpresa a recepção do dito handbook, impresso em papel de qualidade, com52 páginas (apenas 3 de publicidade), com toda a informação necessária à participação na prova em três idiomas: inglês, francês e alemão.
Depois foi esperar pela data de partida para o Luxemburgo, que ocorreu na sexta-feira véspera da corrida. Cheguei ao Luxemburgo por volta das 17h00 numa viagem tranquila, e o destino seguinte foi o Luxexpo, o Centro de Exposições local, onde teriam lugar a partida e chegada da prova, todos os serviços associados à corrida, entre os quais o levantamento do dorsal. Chegado à Luxexpo deu para perceber inloco o elevado profissionalismo com que esta prova é organizada. Um balcão de boas vindas/ajuda, espaço para uma fotografia que era publicada em tempo real na página do facebook, e a necessidade de percorrer um “circuito” montado de maneira a que os atletas circulassem por toda a exposição de patrocinadores até ao local onde se deveria levantar o dorsal. Exposição que deveria ter cerca de mais de 30 expositores dos mais variados equipamentos desportivos. A minha experiência na avaliação deste “item” resume-se à visita das exposições das maratonas de Lisboa e de Sevilha sendo que das três, esta exposição bate quer a de Lisboa quer a de Sevilha por KO.
A zona de levantamento do dorsal encontrava-se muito bem organizada e identificada, (as 10000 inscrições encontravam-se esgotadas há algumas semanas), tendo sido rápido o seu levantamento. A acompanhá-lo vinham as senhas para levantar a t-shirt que tinha comprado na altura da inscrição e para a pasta party. Desta vez não fui à Pasta Party pelo que não posso avaliar a qualidade da mesma. Cumpridos os rituais prévios nestes eventos, uma nova preocupação surgiu no ar: eram quase 19 horas e o termómetro apontava 26,5º, coisa rara para aquelas bandas. Às 22 horas a temperatura era ainda superior a 20º, pelo que previ a temperatura como um factor de dificuldade extra para a corrida.
Por esta altura surgiu também a primeira desilusão: Era suposto esta ser uma corrida nocturna, mas às 22 horas o lusco fusco ainda pairava com intensidade e só meia hora mais tarde a noite se mostrou por completo. Pelas minhas expectativas apenas iria correr de noite pouco menos de hora.

A chegada no interior do Luxexpo.
Uma noite de sono tranquila e foi contar as horas para a partida da corrida. A organização disponibilizou autocarros gratuitos do centro da cidade até à Luxexpo, e pouco depois das 17 horas lá fui eu a caminho da aventura. Uma viagem rápida de 15 minutos, levou-me a mim e outros milhares de atletas até à partida. Cheguei com a antecedência necessária para entregar a muda de roupa no espaço para o efeito, processo igualmente rápido e organizado, fazer as últimas necessidades fisiológicas e dirigir-me para a zona da partida.
Chegado ao corredor da partida, foi fácil constactar a muita animação ali existente entre atletas e eventos da organização, animação que iria ser uma constante ao longo do percurso. A maratona do Luxemburgo é um dos eventos do ano naquele país e, segundo a organização, move cerca de 100000 espectadores ao longo de todo o percurso.
Pontualmente às 19h00 suou o tiro da partida. Parti da segunda caixa de tempos, logo atrás dos atletas de elite e da caixa destinada aos atletas mais rápidos. Isto equivaleu a apenas passar no local da partida quase 2 minutos após o tiro. Ainda assim a partida foi tranquila sem atropelos ou confusões de outra ordem como por vezes acontece. Ao contrário do previsto no dia anterior, havia nebulosidade a tapar o sol, a temperatura era cerca de 20º, e caiam alguns chuviscos que ajudavam a refrescar. Toda a corrida decorreu com uma temperatura amena e não foi um factor de dificuldade extra como tinha previsto no dia anterior. Voltando à corrida, a estratégia estava delineada: sem entrar em loucuras, aproveitar os 10 Km iniciais a descer para ganhar algum tempo, manter-me o mais afastado possível do balão das 3h45; quando este balão me apanhasse tentar segui-lo; e perder o menos tempo possível nos 10 Km finais que seriam a subir. E assim foi, aos primeiros 10 Km apontava pouco mais de 53 minutos, e continuei em bom ritmo até ao Km 20,5 quando o balão das 3h45 me apanhou. Cruzámos o marco da Meia Maratona à 1h55 de corrida, o que batia certo com o tempo estimado para este balão. Para azar meu, pouco depois da meia maratona o balão das 3h45 acelerou, e ao invés de manter o ritmo dos 5:15/5:20 previsto seguia agora a um ritmo entre 4:30/4:50, o que era manifestamente rápido para mim nos 19/20 Km que ainda faltavam. Por outro lado pensei para com o meu dorsal: “se estes gajos vão a acelerar agora será para compensarem nos 10 Km finais a subir”, pelo que abandonei a táctica prevista de os seguir e deixei-me ir sossegado no meu ritmo mais confortável. Durante a corrida a multidão de espectadores era de facto fabulosa. Em quatro pontos da corrida no centro da cidade do Luxemburgo, a multidão era tal que só tinha assistido a coisa idêntica na televisão enquanto assistia às etapas de montanha em provas de ciclismo: os espectadores ocupavam toda a largura da estrada da corrida e abriam alas à passagem dos corredores, como se cada um de nós do “meio” do pelotão fosse uma autêntica vedeta das corridas! Esta situação obrigava a que durante 2 ou 3 dezenas de metros os atletas corressem em fila indiana para furar a multidão, e consequentemente perder algum tempo nestes pontos. De qualquer modo, o tempo perdido é amplamente compensado pela experiência vivida. 
Já com a medalha e o meu irmão no final da prova.
Durante todo o percurso o apoio do público é de facto impressionante, e em vários pontos existiam bandas de música, baterias de samba, e outras animações para dar ânimo aos corredores. Os abastecimentos eram abastados e frequentes, mais ou menos de 2,5 Km em 2,5 Km, mas pecavam por não ter um aviso dos mesmos com antecedência, e na minha opinião eram demasiado curtos para a água. Havia uma longa mesa que estava sempre dividida da seguinte forma, no início água, a seguir Coca-Cola, a seguir isotónico e terminava com fruta ou barra energética. Como não existiam avisos, os primeiros abastecimentos quando dava por eles já ia na parte dos isotónicos, quando o que gosto de beber é água. E não sei porque motivo, nesta corrida ia sempre com mais sede do que o habitual. Regressando à corrida, os quilómetros passavam sem dar por eles passar e assim cheguei aos últimos 10 Km de prova, com uma subida quase até ao final. Sentia-me bem e tentei manter um ritmo de 6min/km a subir, o que nem sempre foi conseguido mas também não andava muito longe, pelo que pelas minhas contas ia chegar tranquilamente antes das 4 horas de prova. Nesta fase da prova contei com a preciosa ajuda do meu irmão que me acompanhou de bicicleta durante os últimos quilómetros, mas desconfio que chegou ao fim mais cansado do que eu!!! A parte final da corrida, que terminava dentro da Luxexpo com um enorme aparato de luzes e som, era a descer e aproveitei para abrir um pouco mais, e ainda fiz 200/300 metros a um ritmo quase de sprint. 
O relógio à chegada 🙂
Cruzada a meta, o relógio indicava 3h58’37”, pelo que estava super satisfeito por ter conseguido tirar cerca de 18 minutos à maratona de Sevilha, uma maratona bem mais fácil do que esta.
Foi tempo de recuperar o folego, receber a medalha de participação, beber uma água e uma jola, e ir alongar os músculos. Esqueci-me do material do duche pelo que falhei as massagens gratuitas para os atletas. Que jeito tinha dado e não havia fila ou confusão para as mesmas.
Foi altura de regressar a casa, tomar um duche e jantar pelas 2 da matina.



Mais uma noite de sono perfeito e o regresso a casa, já a pensar na preparação da Ultra Maratona Atlântica, que vai ser a próxima grande aventura…
Em resumo para quem gosta de uma boa corrida, animada e bem organizada, e não tiver a preocupação de fazer um “grande” tempo, esta é uma prova que recomendo sem qualquer tipo de dúvida. De certeza que se vão divertir e desfrutar toda a prova.

Para quem gosta destas coisas pode observar o mapa, altimetria e o meu desempenho nesta prova clicando aqui.

Boas corridas para todos!!!

7ª Meia Maratona das Cataratas

Este texto é da autoria da minha amiga Gabriela Louzada, que se estreou na distância da Meia Maratona no passado fim-de-semana, na Meia Maratona das Cataratas. Por uma questão técnica estou eu a publicar o texto, mas o mérito é todo da Gabi.

Quando aceitei o desafio do querido amigo Nuno, não assinei cláusula nenhuma que garantisse bons resultados ou até um treino sério. E assim foi: sem grandes resultados, o justo reflexo de pouco treino e alimentação ainda bem distante do ideal pra alguém que se dispõe a correr (ou completar, não necessariamente correndo) 21km.
As cataratas da Foz do Iguaçu.

Parque Natural de Iguaçu

Fazia bastante frio na manha da prova, acho que por isso, e também pelo excesso de tempo (fruto da ansiedade) alonguei-me bastante antes da largada. Fiz os 10 primeiros quilómetros em ritmo conservador, pois sabia que após os 10 habituais teria que vencer mais 11k. Na marca dos 9k tive que andar pela primeira vez (era uma subida enorrrme). 


Parque Natural de Iguaçu




Ainda consegui correr ate o quilometro 12, a partir dai andei todas as subidas correndo somente nas partes planas ou de declive até ao quilometro 17, quando não pude mais correr, sentia dores na lombar, nos joelhos e principalmente nos tornozelos e pés – andei ate avistar o portal de chegada, e corri sobre o tapete vermelho estrategicamente colocado para receber os campeões nos 50 metros finais da corrida, afinal não queria aparecer andando na foto oficial de chegada!




A Gabi e a sua medalha, conquistada com muito esforço e mérito.

Obrigado pelo relato Gabi e parabéns pelo desafio concretizado!!! Boa sorte para as próximas corridas!!! 😉