Balanço Desportivo de 2013

Finisher na Maratona de Sevilha


O meu ano desportivo de 2013 foi bastante activo e positivo. O principal objectivo para 2013 tinha sido traçado por meados de Julho de 2012, e era o de concluir com sucesso uma prova da Maratona. Não só concluí uma maratona, como acabei por correr quatro maratonas em 2013: Sevilha, Luxemburgo, Lisboa e Porto. Na estreia em Sevilha terminei com 4:16:49, não foi mau para a estreia, mas acabei não cumprindo o segundo objectivo de terminar abaixo das 4 horas de prova. Cumpri esse desígnio nas três maratonas seguintes, terminando a do Porto em Novembro com 3:44:22, tirando mais de 32 minutos ao tempo de estreia em Sevilha.

A seguir à Maratona de Sevilha, entrou-me UMA ideia na cabeça, e em Julho lá estava eu na partida em Melides para a estreia na Ultra Maratona Atlântica Melides – Tróia, 43 Km à beira mar pela areia das praias da Costa Azul. Objectivo principal de terminar a prova: cumprido; ficou o segundo objectivo de realizar um tempo abaixo das 5h30 por cumprir.

Finisher na Ultra Maratona Atlântica, com o Vargas e o Bruno

No final do ano ainda houve tempo para me iniciar nas provas de Trail Running, já a pensar nos desafios para 2014. A estreia foi nos 30 Km do Cabo Espichel, numa prova que corri meio adoentado e cujo tempo foi o possível realizar. Na prática foram para mim 15 Km a correr e outros 15 Km em passo acelerado.
2013 foi também o ano em que desisti pela primeira vez numa prova, na mítica Meia Maratona de São João das Lampas. Iniciei a prova meio lesionado, e o objectivo era testar o músculo para perceber se já estava em condições de regressar aos treinos. A resposta do músculo foi negativa, pelo que corri apenas metade da prova, desistindo a meio.

Finisher e PB na Maratona do Porto, com o Vargas e o Bruno

Outras mudanças aconteceram também em 2013. Em Março decidi trocar os ténis habituais com amortecimento no calcanhar, por uns ténis minimalistas com muito pouco amortecimento. O objectivo inicial era apenas de experimentar e tentar perceber as diferenças e benefícios. A transição foi bastante pacífica e adaptei-me muito depressa aos ténis minimalistas, chegando ao ponto de não conseguir correr com os ténis “normais” com amortecimento. Antes a minha passada era suportada sempre pelo calcanhar, hoje é suportada essencialmente pela metade da frente da sola do pé. Ainda preciso de algum tempo (talvez um ano ou mais) e muito quilómetros, para poder afirmar que tenho uma passada midfoot perfeita, mas sinto-me bastante confortável com esta nova passada de corrida e não penso regressar à passada suportado pelo calcanhar por nada deste mundo.




Para 2014 há três objectivos definidos:

  • Terminar uma Maratona abaixo das 3h30 de prova, objectivo que tinha sido pensado para a Maratona de Sevilha já em Fevereiro mas que ainda não vai ser possível de realizar. Para cumprir este objectivo terei de esperar pelo segundo semestre do ano;

  • Repetir a Ultra Maratona Atlântica Melides Tróia e tentar terminar abaixo das 5h30 de prova;

  • Realizar uma prova de 100 Km de distância, estando esta já definida e agendada; será o Ultra Trail de São Mamede, no final Maio.


À conquista de novos desafios em 2014!!!
Para a história ficam os números de 2013:

• Contagem: 255 actividades, das quais 23 foram provas

• Distância percorrida: 2.752,25 km

• Tempo: 272:51:22 h:m:s

• Ganho de elevação: 25751 m

• Velocidade Média: 10,3 km/h

• Calorias Gastas: 235.336 Calorias

Quatro Maratonas Quatro Medalhas 🙂

As Provas que corri em 2013:

Data Km Prova Tempo Média/Km Tipo de Prova Notas
10-02-2013 20,00 20Kms de Cascais 01:52:20 00:05:37 Estrada  
24-02-2013 42,19 Maratona de Sevilha 04:16:49 00:06:05 Estrada  
24-03-2013 21,09 23ª Meia Maratona de Lisboa 01:58:06 00:05:36 Estrada  
14-04-2013 10,00 8ª Corrida Benfica António Leitão 00:59:09 00:05:55 Estrada  
24-04-2013 11,00 36ª Corrida da Liberdade 00:57:40 00:05:15 Estrada  
28-04-2013 21,09 1ª Meia Maratona de Almada 01:47:59 00:05:07 Estrada  
12-05-2013 21,09 Meia Maratona Setúbal 01:55:00 00:05:27 Estrada  
19-05-2013 21,09 8ª Meia Maratona Douro Vinhateiro 01:49:02 00:05:10 Estrada  
26-05-2013 21,09 Meia Maratona Areia 2013 02:07:46 00:06:03 Estrada  
08-06-2013 42,19 Maratona do Luxemburgo 03:58:41 00:05:39 Estrada  
25-04-2013 11,00 36ª Corrida da Liberdade 00:57:40 00:05:15 Estrada  
29-06-2013 15,00 Corrida das Fogueiras 01:16:17 00:05:05 Estrada  
28-07-2013 43,00 Ultra Maratona Atlântica 06:48:09 00:09:30 Estrada  
07-09-2013 10,70 Meia Maratona de S. João das Lampas 01:03:35 00:05:57 Estrada Desistência por lesão
06-10-2013 42,19 Maratona de Lisboa 03:59:14 00:05:40 Estrada  
13-10-2013 21,09 Meia Maratona Ribeirinha da Moita 01:51:43 00:05:18 Estrada  
19-10-2013 10,00 Night Run Lisboa 00:48:34 00:04:51 Estrada  
27-10-2013 20,00 20Kms de Almeirim 01:43:00 00:05:09 Estrada  
03-11-2013 42,19 Maratona do Porto 03:44:22 00:05:19 Estrada  
10-11-2013 21,09 Meia Maratona da Nazaré 01:52:41 00:05:21 Estrada  
09-12-2013 21,09 Meia Maratona dos Descobrimentos 01:46:26 00:05:03 Estrada  
21-12-2013 30,00 I Trail do Cabo Espichel 04:35:33 00:09:11 Trail  
28-12-2013 10,00 São Silvestre de Lisboa 00:48:34 00:04:51 Estrada  


Votos de um 2014 cheio de bons treinos e de novos recordes pessoais para todos!!!

Treino Longo pela Serra de Sintra

Deu para visitar a Fonte dos Amores


Hoje foi dia de treino longo. Pela manhã a dúvida foi: iria correr para a estrada ou iria correr para a serra? 

O chão da rua molhado e as nuvens que pairavam no ar ajudaram-me a decidir, e já que era para correr molhado fui para a serra e para a lama, que não se perde tanta tracção tanto como no alcatrão molhado.
E assim fui para a Serra de Sintra para aproveitar e treinar igualmente umas rampas.


Fiz um percurso circular, com inicio e fim na Barragem do Rio Mula, e no total foram pouco mais de 38 Km, com 1676 metros de desnível positivo, em aproximadamente 5 horas de treino.
Nestas cinco horas deu para pensar em muita coisa, desfrutar a paisagem e o ambiente, ultrapassar ciclistas, ser ultrapassado por ciclistas, perder-me, reencontrar-me e voltar a perder-me, parar para comer, irritar-me com os percursos fechados e proibidos pelas muitas Quintas particulares, mas no final do treino o balanço é sempre muito positivo e bem disposto.

Deu para desfrutar as cascatas ao longo do percurso
Chafariz de Monserrate

Deu para apanhar cogumelos 😀

E deu para esticar as pernas na chegada à Barragem do Rio Mula
Bom fim de semana e continuação de bons treinos para todos!!!

Mega Saldos Trail Running

Os Mega Saldos da loja online Wiggle só terminam dia 23 de Janeiro de 2014.


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Aproveitem as oportunidades e continuação de bons treinos e corridas!!!

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A solução para transportar chaves, dinheiro e cartões

Uma coisa que me incomoda no treino e nas corridas é ter de correr com coisas dispensáveis à corrida, mas que por um motivo ou por outro têm de ser transportadas comigo, tipo as chaves de casa ou do carro, notas ou moedas, bilhetes de transportes, ou outros objectos de uso quotidiano que nos farão sempre falta. Como não gosto de andar com bolsas à cintura, o destino é sempre o mesmo, o bolso dos calções.

O auge desta irritação aconteceu há pouco mais de um ano por altura da minha participação na Meia Maratona de Lisboa, em que por motivo de ter ficado preso no trânsito, vi-me obrigado a correr para o metro para chegar à partida a horas. Resultado, um bilhete de metro e mais umas moedas soltas para o bolso dos calções. O que parece uma acção inofensiva na realidade não o é de todo. Ir a correr durante 21 Km com moedas a chocalhar o tempo todo num bolso é, para mim, de “cortar os pulsos”. Já para não falar no bilhete de metro que à chegada estava simplesmente “esfarinhado” e claro inutilizado para usos futuros. Desde então que procurei alternativas para transportar este tipo de objectos da maneira mais segura possível, tendo optado por um pequeno saco de plástico com fecho que permitia colocar a chave do carro, uma nota e um ou dois cartões sem o perigo de os danificar. 
Não sendo a solução perfeita resolveu em parte o meu problema… Até que descobri a Lockbox.
A lockbox na minha mão
A Lockbox é uma carteira de silicone, que pesa apenas 65 gramas, e que permite transportar confortavelmente no bolso dos calções (ou outro), chaves, notas e moedas e cartões. Tudo arrumadinho nos locais próprios, sem chocalhos e, sem água ou suor que dê cabo de notas, cartões ou bilhetes.
A Lockbox e o futuro conteúdo para este teste: 2 moedas, 1 nota, a chave do carro e dois cartões

As dimensões são as mínimas e necessárias ao transporte destes objectos, 99x61x19, segundo o fabricante. O fecho é bastante seguro, tipo jaw lock, e até agora a lockbox nunca se abriu em qualquer treino em que a utilizei e parece-me quase uma impossibilidade isso poder acontecer.

A lockbox aberta, com o espaço para moedas e cartões à direita, e chaves e notas à esquerda
Eu adquiri em preto mas há cores para todos os gostos. Há modelos desde 19,90 € o que não sendo barato também não me parece caro, se considerarmos que uma bolsa de telemóvel para corrida das mais económicas custa 9 ou 10 Euros.
Tudo encaixa na perfeição
Design e funcionalidade excelentes, utilidade (para mim) excelente e preço bastante razoável. É sem dúvida um acessório que recomendo para quem se revê com os problemas que identifiquei no início desta análise.
Objectos no interior da lockbox e ainda cabiam mais…
Este produto pode ser adquirido online no site do fabricante em http://www.lockbox.eu/

Continuação de bons treinos e melhores corridas!!!

A primeira inscrição de 2014

No início de 2013, houve UMA ideia que me entrou na cabeça e não saiu mais até ao dia 28 de Julho; a participação na Ultra Maratona Atlântica (UMA). Nesse dia concluí a UMA e na realidade essa ideia não me saiu da cabeça, apenas foi revezada pela ideia de voltar a repetir a aventura em 2014.


Com a troca de UMA ideia fixa pela repetição dessa mesma ideia, outra ideia passou a RONDAr na cabeça. Sim, os 101 Km de Ronda andaram a rondar na minha cabeça até onteontem, altura em que a minha velocidade para sprintar na inscrição aos 101 Km de Ronda não foi suficiente para bater a dos outros 2500 atletas que se conseguiram inscrever e dos outros 764 que ficaram em lista de espera à minha frente. É impressionante como para nos inscrevermos numa prova de 101 Km tudo tenha de ser feito ao sprint. Sprint porque os 2500 lugares disponíveis esgotaram nos primeiros 11 minutos após a abertura das inscrições.

Falhado à nascença o objectivo Ronda, era urgente “afogar as mágoas” por os desígnios do destino não quererem que fosse até território de nuestros hermanos. A alternativa encontrada até está aqui mais perto, não irei correr 101 Km mas apenas 100 Km, isto na perspectiva, optimista claro está, de que não me irei perder pelos montes e vales da Serra de São Mamede e de que o track da prova estará correcto ao milímetro.

Hoje e após alguma espera para disponibilidade de novas vagas, efectuei a primeira inscrição de 2014 e lá me consegui inscrever no Ultra Trail de São Mamede, que é como diz a organização: uma viagem maravilhosa entre os castelos de Portalegre, Alegrete, Marvão e Castelo de Vide. 100% trail, 100% running, 100% calor humano, 100% a pensar no runner!

E é isto. Agora falta a parte não menos importante: treinar, preparar o corpo e a mente para a estreia oficial numa prova com três dígitos.

Continuação de bons treinos!!!

Resumo do Mês de Dezembro

Dezembro e 2013 são já história. Apesar de ter corrido 245 Km Dezembro foi um mês pouco produtivo, com alguma preguiça e uma constipação à mistura, que anularam alguma da vontade de treinar e puxar mais pelo cabedal.

Aqui a concluir a Meia Maratona dos Descobrimentos
(Foto cortesia dos Bip-Bip Runners)
Foi este o mês com a estreia absoluta nas provas de trail no I Trail do Cabo Espichel, o qual fruto da espécie de constipação que tinha em cima correu de forma deplorável para mim.
As provas deste mês foram a Meia Maratona dos Descobrimentos, com um frio de rachar, onde mesmo com o tempo de 1h46 não consegui aquecer durante a prova; o I Trail do Cabo Espichel, prova de 30 Km num dos locais mais bonitos de Portugal, onde os primeiros 15 Km correram normalmente e os segundos 15 Km foram literalmente devagar e devagarinho, mas as forças estavam consumidas pela espécie de constipação; e por fim os 10 Km da São Silvestre de Lisboa, ainda em modo recuperação e a não dar para baixar do minuto 48.

Pelo meio destas provas aconteceram os treinos habituais, com destaque para a minha estreia nos Treinos da Salamandra e também nos Treinos Portugal Running de Trail pela orla marítima de Sintra, treinos sempre muito animados e com percursos e paisagens espectaculares.

Um dos trilhos percorridos durante o I Trail do Cabo Espichel

Para a história de Dezembro ficam os seguintes números:

Preparado para a São Silvestre de Lisboa
na companhia do Pedro Pisco

• Contagem: 20 Treinos + 3 Provas

• Distância percorrida: 245,96 km

• Tempo: 26:14:01 h:m:s

• Ganho de elevação: 4473 m

• Velocidade Média: 9,4 km/h

• Ritmo Cardíaco Médio:  ND

• Calorias Gastas: 22.542 Cal


Em breve farei o balanço desportivo de 2013 e também relatar algumas provas sobre as quais ainda não escrevi.





Janeiro vai ser um mês para puxar pelo corpinho que a Maratona de Sevilha está aí à porta.

Bons treinos, melhores corridas e um excelente 2014 para todos!!!

O Nené das Corridas

Nené

Quem não se lembra do Nené, grande jogador da bola, avançado do Benfica e da Selecção Nacional, que marcava golos com aquele instinto assassino que poucos têm?

Pois bem, gostava eu que o epíteto de Nené das Corridas adviesse da possibilidade de ter tanto jeito para correr como o Nené tinha para marcar golos, mas não, infelizmente não é o caso…

Também tinha o Nené, a fama de manter a alvura dos seus calções intacta até ao fim do jogo, ou como vulgarmente se diz, não gostava de sujar os calções. 

E ganhei eu a fama (mas não o proveito), de não gostar de sujar os ténis (ou sapatilhas conforme a zona geográfica onde estejam).

Vem este intróito a propósito de uma dúvida que assola alguns atletas corredores, não diria mais vaidosos, mas antes preocupados na correcta manutenção do seu calçado (afinal são os ténis (talvez) o maior investimento do corredor): Devem-se ou não lavar os ténis na máquina de lavar roupa?

A opinião dos fabricantes em geral é unânime de que não, de que não se deve lavar os ténis na máquina de lavar roupa. Afirmam que os tecidos utilizados no fabrico dos mesmos não estão preparados para a lavagem na máquina, e que os materiais utilizados nas solas poderão perder características de amortecimento e resistência, pois não estão preparados para suportar os programas de centrifugação das máquinas de lavar roupa. Como alternativa sugerem a utilização de um pano húmido ou esponja e água fria para “lavar” os nossos ténis.

Por outro lado é do senso comum, que ao fim de umas dezenas ou centenas de quilómetros nas pernas, os ténis podem estar realmente sujos, cheios de pó, com manchas, esverdeadas das ervas, amareladas da areia, acastanhadas da lama, etc., etc., dependendo dos locais por onde se costuma treinar e correr. E isto não considerando os dias invernosos, onde se atravessam com frequência poças de água e lama, que sujam por si só as sapatilhas, ou as provas de trilhos onde os ténis podem chegar ao fim com cores completamente distintas das originais e mais num tom para o camuflado.
Confesso que, não por preguiça, mas por não achar prático nem eficiente, a última coisa que me apetece é “lavar” os meus ténis com um paninho húmido. Por isso mesmo utilizo a minha máquina de lavar roupa para lavar os ténis, mantê-los bonitos e cheirosos, e só não digo que ficam iguais a quando saíram da loja, porque todos eles têm já boas centenas de quilómetros em cima.
O meu “truque”: utilizar o programa de lavagem de água fria(não são 20 ou 30 graus, é mesmo água fria), e com a centrifugação mínima possível da máquina, no caso da minha 600 rpm. Nunca tive nenhum dissabor com este método; nem uma sola descolada, um buraco no tecido, uma palmilha partida. Também nunca senti nenhuma perda de performance após cada lavagem. É a minha experiência (e opinião) de que nestas condições não haverá degradação da qualidade do calçado de corrida. Mas, se se enganarem e colocarem uma lavagem de 90 graus, esperem por resultados tão desastrosos quanto divertidos de se verem no final da lavagem. Esperem qualquer coisa parecida com a desintegração total dos ténis!!!
A minha recomendação é de que se não confiam na vossa máquina de lavar roupa mas gostariam de lá experimentar lavar os vossos ténis de corrida, no lugar de experimentarem com os ténis acabadinhos de comprar e que têm uma pequena mancha, experimentem primeiro a vossa máquina com os ténis velhinhos que usam há anos, ou talvez que já nem usam para correr mas que ainda têm escondidos num canto qualquer lá de casa. Se o resultado for positivo arrisquem então depois com os ténis novos e topo de gama. 🙂
Obviamente isto é a minha opinião, e em caso de qualquer experiência menos bem-sucedida não aceito reclamações. 
experiência é e será sempre por vossa conta e risco.

Um golo, opss, abraço do Nené das Corridas!!! 😀