Louzan Trail – Trilho do Cuco

O Trilho do Cuco foi-me apresentado como sendo a grande subida do Ultra Louzan Trail. Do gráfico da altimetria que a organização forneceu dava para constatar que a inclinação desta subida seria de cerca de 20%, mas confesso que só fiz estas contas agora.

O meu estudo prévio das provas faço-o com o track da mesma, mas como este não foi fornecido pela organização… acabei por não fazer o estudo pormenorizado da prova. Sabia que as subidas, todas elas, deviam ser muito inclinadas e pronto, isso serviu para esta aventura.

O Trilho do Cuco começou sensivelmente aos 35 Km de prova, com início na Cerdeira e final no ponto mais alto da Serra da Lousã: Trevim ou as antenas como muitos de nós nos referimos, em alusão às antenas da RTP que lá existem e que actualmente se encontram desactivadas.

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A subida são cerca de 2,5 Km com 500 metros de desnível positivo, o que dá o belo número de 20% de inclinação. Não levei bastões para a prova e como tal também esta subida foi feita com o exclusivo esforço das pernas. Acabou por ser relativamente tranquila, e teria sido mais, não tivesse feito esta subida debaixo da torreira do sol, o que causou um desgaste adicional.
O nome de Trilho do Cuco surge da lenda da existência de um cuco que cantava noite e dia aquando da construção do sistema de antenas que se encontra no topo da serra. Garantiram-nos que o cuco ainda poderia por lá andar e receber alguns dos atletas com as boas vindas ao Trevim, mas quando lá cheguei do cuco não havia sinal, nem do filho e nem do neto do cuco, que aquelas antenas já têm um ar velhinho e a existir um cuco certamente não seria o mesmo!

O trilho em si começou ladeado de abundante vegetação mas rápidamente no expos a uma subida ingreme em rocha e barrocos até ao topo completamente exposta, no caso deste Domingo, ao sol. Demorei cerca de 45 minutos a fazer estes 2,5 Km, o que até foi menos mau para o meu momento actual.

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Quem vai à procura do Cuco arrisca-se a ficar assim!

Como partilhei no artigo sobre o Louzan Trail trouxe-me muitas memórias de outras provas. Apesar do Trilho do Cuco ser bruto com os seus 20% de inclinação, não chegou para me fazer lembrar a mítica subida para Comapedrosa que fiz em Andorra com os seus 31% de inclinação. O Trilho do Cuco é duro mas ainda não chegou para destronar Comapedrosa como a subida mais dura que já fiz.

Continuação de bons treinos e de boas aventuras!!!

 

Louzan Trail – Trilho Licor Beirão

Um dos troços emblemáticos que fizeram parte do Louzan Trail 2016 está baptizado de Trilho Licor Beirão.

O Trilho do Licor Beirão foi fácil de identificar, era aquele onde imediatamente antes do início de uma descida vertiginosa eramos convidados a beber um shot do dito licor.

Neste momento e após leitura deste pequeno introito, já há mais 103 adeptos do trail running e 24 já questionaram quando abrem as inscrições para a edição de 2017!…

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Na realidade não havia shots de Licor Beirão, nem sequer uma garrafinha para amostra, ou um caipirão, ou um morangão, ou uma das muitas bebidas com nome terminado em “ão” e que utilizam o Licor Beirão na sua composição. E com o calor que estava um Caipirão fresquinho até tinha sabido muito bem!

Fica a ideia, para quem sabe, a organização implementar numa edição futura…

Reza então a história que o nome deste trilho tem origem num grande outdoor de publicidade ao Licor Beirão, um dos primeiros (senão o primeiro) a surgir em Portugal, e que existiu em tempos perto do topo deste trilho.

O trilho propriamente dito, foi percorrido no sentido descente, sendo quase um single track ladeado de árvores e vegetação de ambos os lados, num piso muito macio propício a descidas a grande velocidade. A inclinação é moderada e foi muito simpático de correr.

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O Licor Beirão que nasceu na Lousã no século XIX, foi um dos patrocinadores do Louzan Trail 2016, e presenteou os participantes com um lenço tipo “Buff” alusivo à marca.

Ainda disponibilizou o código de oferta “LOUZANTRAIL”, que oferece 10% de desconto em compras efectuadas na loja online do Licor Beirão (válido por 30 dias).

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Em breve partilho aqui algo sobre o outro troço emblemático do Louzan Trail: o Trilho do Cuco.

Continuação de bons treinos e de boas aventuras!!!

 

Louzan Trail 2016 – Diversão Pura

Devo confessar que foi com alguma desconfiança que há uns meses atrás me inscrevi para participar no Louzan Trail 2016. Tinha lido muitas opiniões sobre a edição de 2015, nem todas muito abonatórias à organização do anto transacto, e isso suscitou-me algumas dúvidas.

Por outro lado o meu calendário de provas de 2016 está totalmente condicionado pelo meu plano de treinos rumo ao UTMB, e o Louzan Trail enquadrava-se na perfeição do treino de 50Km que deveria fazer no fim-de-semana da semana 24. Feita uma pequena ponderação e não havendo outras alternativas que se previssem melhores lá me inscrevi na edição deste ano do Louzan Trail. E, sei agora responder, foi a melhor opção que podia ter tomado.

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O percurso

O ponto forte de tudo é, sem dúvida, o percurso que a organização escolheu para a prova deste ano. É um percurso brutal para que gosta da natureza no seu esplendor, para quem gosta de correr e de alguma aventura, adequado para os que gostam de arriscar mas perfeitamente tranquilo para quem o quiser fazer mais nas calmas. Os trilhos desta edição do Louzan Trail são divertidos, sobretudo isso, divertidos, e dão um enorme gozo a correr. São também tão variados que a comparação que me ocorre é de os considerar uma espécie de Portugal dos Pequeninos do Trail, tais as lembranças que alguns troços me trouxeram do Peneda Gerês Trail Adventure, do MIUT, do Piodão, do UTSM, da Serra d’Arga e da Serra da Estrela. Tudo isto misturado nestes 50Km pela Serra da Lousã, onde invariavelmente ainda se cruzam as Aldeias de Xisto, muito bom mesmo. Se foi duro? Sim foi duro. Mas quando se olha para o cartaz de uma prova e são anunciados pouco menos de 50 Km e 6800m de desnível acumulado, não se pode estar à espera de um passeio à beira mar.

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As marcações do percurso, um dos pontos fracos de 2015, estavam este ano impecáveis, na minha opinião até em excesso, demonstrando um enorme esforço de melhoria neste aspecto. Isso não invalidou que seguisse por caminhos errados por três vezes, mas a culpa foi totalmente aqui do totó, pois é o que dá quando se perde a concentração no trilho e ficamos a observar as paisagens que nos rodeiam. O estrago não foi muito, cerca de mais 2Km a somar aos 48 da prova.

A organização.

A informação disponibilizada antes da prova correspondeu ao que aconteceu durante a prova, o levantamento dos dorsais for simples e expedito, o briefing na véspera foi claro sobre o que íamos encontrar. Continua a faltar a disponibilização do track da prova. Não percebo esta mania “tuga” de sonegar este tipo de informação que pode ser útil a quem gosta de fazer um estudo prévio mais pormenorizado da sua corrida.

Os voluntários estiveram sempre em número suficiente em muitas zonas do percurso e do que vi foram sempre prestáveis e atenciosos com os atletas. Nos abastecimentos tentaram sempre ajudar o que foi simpático. Continuam é, quase sempre, a não saber a resposta para a tradicional pergunta: Em que quilómetro estamos? Talvez uma reunião prévia das equipas de apoio ajudasse a esclarecer esta resposta, nesta e em muitas outras provas nacionais. O GIPS da GNR esteve igualmente presente no troço do Trilho do Escorrega, e actuou de uma forma preventiva a ajudar os atletas.

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Os abastecimentos, tal como as marcações, foram um dos pontos que tinham sido alvo de crítica na organização de 2015. Pois este ano, de acordo com o que constatei, tudo mudou, e a quantidade de comida disponível em muitos pontos de controlo apenas pecou pelo exagero. Água, isotónico e coca-cola com fartura, frutos secos, barras, sandes mistas, croissants, sandes de panado, tosta com nutella, minis, gomas, laranjas, bananas, melancia, marmelada, e muitas outras coisas das quais me estou a esquecer, tudo em quantidade “industrial” que certamente daria para alimentar pelo menos o triplo dos participantes! Uma coisa era certa, de fome ninguém morreria.

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O lado menos positivo, o meu amigo Rui Cortes teve um acidente durante a prova de 25Km que resultou num tornozelo partido. Teve algumas dificuldades em obter o número da apólice do seguro da prova, o que me parece inadmissível numa organização desta dimensão, situação entretanto já ultrapassada. Não consigo perceber a ausência deste tipo de informação, (o número da apólice do seguro), no regulamento da prova e que o mesmo não seja disponibilizado de imediato a quem dele necessite.

No geral considero o saldo da organização bastante positivo.

A minha prova

O objectivo inicialmente previsto passava por concluir a prova em cerca de 10 horas e continuar a ganhar forma rumo ao UTMB sem dar cabo do corpinho. Estrategicamente optei por não levar bastões para a prova, o que no meu caso se revelou a decisão correcta. Os tornozelos e os joelhos aguentaram-se bem, e não foi preciso dosear o esforço entre as duas pernas. Apesar das muitas cautelas, já corri uma boa parte sem me preocupar com a posição dos pés e dos tornozelos, o que a continuar assim é um excelente sinal. Na parte final, fruto do cansaço acumulado e do muito calor que se fez sentir, optei por arriscar menos na velocidade e preservar a integridade de todas as articulações, pelo que acabei demorando 1h20 a mais do que tinha planeado. No cômputo geral foi um bom teste a pouco mais de 2 meses do UTMB, mas nunca me podendo esquecer de que o UTMB é um pouco mais que três Louzan Trail seguidos e que é necessário continuar a trabalhar forte.

Elapsed Time Moving Time Distance Average Speed Max Speed Elevation Gain
11:18:13 09:01:37 49.44 5.48 15.48 3,727.80
hours hours km km/h km/h meters

Pontos de Interesse

As Aldeias de Xisto são um património a que recomendo a visita. Qualquer uma delas tem alojamentos onde se pode pernoitar e passar um fim-de-semana agradável a passear pela Serra da Lousã.

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Os trilhos; há muitos e bons trilhos para correr na Serra da Lousã. Peguem num track, vão até lá descobri-los e terão uma agradável surpresa. O Trilho do Cuco ou o Trilho do Licor Beirão são um bom exemplo disso mesmo.

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A natureza; a Serra da Lousã tem sítios espectaculares. Paisagens, cascatas, cursos de água, praias fluviais, fauna (até com uma cobra me cruzei), vegetação, um verdadeiro pitéu para quem gosta de passar uns dias na natureza.

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Parabéns a todos os concluíram este duro Louzan Trail e, para quem gosta de um bom desafio, em 2017 é um boa prova a considerar no calendário.

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Continuação de bons treinos e de boas aventuras!!!

 

O meu lugar

Há semanas assim, com dias fora de casa e longas horas de trabalho chato e aborrecido, fechado 8 ou mais horas numa qualquer sala a olhar para as letras miudinhas de um monitor de computador portátil.

Parece que o mundo acaba, que nada faz sentido, que não há sol, que não há lua, que não há calor nem frio, nem chuva ou vento, nem mar nem deserto, apenas o sentimento de que estamos a deprimir numa sala fechada, à luz de dezenas de lâmpadas que se esforçam por recriar a luz natural, e onde apenas se sente que aquele não é o nosso lugar, que não pertencemos ali, que temos de fugir para o outro sitio onde de facto pertencemos, o nosso lugar.

O meu sítio, o meu lugar, o meu spot, pode ser qualquer um. Uma praia, uma floresta, um deserto, um jardim, uma serra, faça chuva faça sol, esteja calor ou frio, um lugar onde possa usufruir da natureza, dos elementos, onde possa encontrar a paz de espirito que é sugada por quatro paredes de um escritório.

Este fim-de-semana o meu lugar é aqui, no meio da serra:

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A acordar com o chilrear dos pássaros…

IMG_20160618_120051a  ouvir a água que corre em pequenas cascatas…

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a explorar caminhos improváveis…

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a desfrutar a natureza, o lugar onde pertenço.

Continuação de bons treinos e de boas aventuras!!!

Um empeno à porta…

Já há umas boas semanas que não apanho um bom empeno, mais propriamente desde a prova dos 101 Peregrinos.

A semana passada foi madrasta, muitos feriados, muitas actividades familiares, e uma semana de treino prevista com muita carga viu-se reduzida a metade.

Esta semana de treinos é uma semana soft, pelo menos até Domingo. Domingo é dia de treino longo e escolhi, das provas disponíveis, aquela que se enquadrava mais nos 50Km que deveria fazer: O Louzan Trail, com cerca de 47Km. Se a distância não será grande problema, já o desnível positivo anunciado em 3400 metros de D+ (tanto como o desnível positivos nos 101 Km dos Peregrinos), pode causar algumas mossas, já que o treino rumo ao UTMB ainda se encontra a meio caminho. Ou seja, vem aí mais um empeno!

A prova antevê-se mais para o duro. E se a isto juntar a temperatura prevista de 27 graus, temos o cocktail perfeito para uma prova mortífera. Por outro lado de certeza que será um bom treino.

A prova ira passar por muitas aldeias que integram a rota das aldeias do Xisto: Casal Novo, Talasnal, Vaqueirinho, Candal e Cerdeira e percorrer alguns dos mais belos trilhos que serpenteiam a serra da Lousã.

Vamos também fazer a „famosa“ subida dos Cucos, que escrevo entre aspas porque como a desconheço vai ser uma surpresa para mim, mas se dizem que é famosa eu acredito.

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O importante mesmo é poder continuar a treinar com dedicação e sem lesões rumo ao UTMB.

Até Domingo na Lousã.

Continuação de bons treinos e de boas aventuras!!!

 

Regresso aos trilhos

Domingo foi dia de regressar aos trilhos. A ideia era fazer os 28 quilómetros do percurso “Entre o Mar e a Serra” por Sintra, mas entusiasmei-me na subida à Peninha e acabei por me enganar no trajecto, encurtando algum caminho nessa zona.

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Ainda assim foi um treino interessante, pelas arribas da Adraga, Ursa e Cabo da Roca, e subida à Peninha. Deu para constatar o que já sabia, de que ainda há muito trabalho pela frente até ao UTMB.

Elapsed Time Moving Time Distance Average Speed Max Speed Elevation Gain
03:44:30 03:13:01 23.18 7.20 18.00 1,176.50
hours hours km km/h km/h meters

Senão chego a Chamonix e o mais provável será ouvir: Treinasses!…

Continuação de bons treinos e de boas aventuras!!!

 

Começou o Tic Tax

O tic tax, como muitos comentam por aí, já começou que é como quem diz a contagem decrescente para o Ultra Trail Aldeias de Xisto.

Às 00h00 de Sábado lá estarei na partida para mais 112 quilómetros, assim consiga chegar ao fim sem problemas de maior. O objectivo é mesmo chegar ao fim dentro do tempo limite, não existindo de todo expectativas para a obtenção de um melhor resultado desportivo que não esse. Mesmo assim uma coisa é certa: não será fácil; quer pelo tipo de piso, quer pelas condições atmosféricas que se vão verificar, quer pela forma física actual, será tudo menos fácil, mas espero que os 112 Km e as paisagens fantásticas que vou cruzar, sejam feitos em modo de retiro espiritual, para relaxar, descontrair e ganhar já motivação para os desafios de 2016.

utax15Se calhar se fosse fazer uma massagem o resultado era o mesmo, mas correr 112 Km no meio da serra tem outro encanto!…

Vou correr com o dorsal 43 e podem seguir-me e aos outros atletas no Follow Me clicando aqui.

Continuação de bons treinos e de boas corridas!!!

Trail Run Socorro e Archeira

Após um início de 2015 intermitente no que diz respeito a treinos, consegui finalmente regressar à “normalidade” das semanas de treinos e começar a cumprir o plano que defini para preparar a participação no MIUT. O estado de forma diminuiu significativamente, para valores 50% abaixo da forma de há três meses atrás, e o período natalício fez-se sentir com o regresso de uns quilitos a mais, dos que tinham sido perdidos ao longo do ano de 2014. Foi com esta consciência, que decidi participar no Trail Run Socorro e Archeira para fechar a primeira semana de treinos de 2015.


Esta prova organizada pela Turres Offroad, apresentava duas distâncias, 18 e 29 Km, tendo eu participado na variante de 29 Km. O percurso era apresentado como muito difícil, fruto dos 1600m de desnível positivo que eram anunciados, mas a maior dificuldade seria fruto das condições climatéricas que se fizeram sentir nos dias anteriores à prova, dias com chuva e muita chuva, que tornaram o percurso tipo sobe e desce numa aventura cheia de lama e água. No Domingo a sorte esteve do lado dos atletas e durante a prova não choveu, apesar do frio e da humidade que se fazia sentir no ar.

A minha expectativa para a prova era a de rolar, sem grandes esforços, com o objectivo de acumular quilómetros nas pernas e ganhar forma para os desafios futuros. Foi com este espirito que comecei a correr após a partida mais original que assisti até hoje, com um grito de: “um, dois, três, partida!!!”.

Apesar de não termos combinado qualquer estratégia de corrida, acabei fazendo a totalidade do percurso com o Nélson Marques, o que permitiu passar o tempo de prova sempre na conversa.

A história da prova é de facto muito curta. Foi iniciar no Dolce Campo Real Resort, subir a Serra do Socorro, descer a Serra do Socorro, subir a Serra da Archeira, descer a Serra da Archeira, e terminar no Dolce Campo Real Resort. É claro que para perfazer o desnível positivo anunciado, o percurso não foi assim tão simplista pois tivemos de subir e descer várias vezes ambas as Serras como podem constatar clicando aqui, se pretenderem ver o mapa e o perfil altimétrico da prova. Mas a lama foi de facto a maior dificuldade, diria que uns bons 17 a 18 Km do percurso foram feitos em lama, piso barrento ou em piso mole em muito mau estado, o que dificultava bastante a progressão, sobretudo a subir, onde a falta de tracção no terreno era em alguns locais mesmo muito má. Houve também a passagem por duas linhas de água, talvez cerca de 2 Km do percurso, em que tivemos de percorrer com água até ao joelho e a adivinhar onde púnhamos os pés, parte do percurso de muito difícil progressão mas talvez das mais divertidas de se fazer. A água gelada soube bem e ajudou a recuperar os músculos das pernas do esforço que já traziam da primeira metade do percurso.

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No final foram 5h17 de corrida, em ritmo leve leve tal como tinha preconizado.

A prova é muito bonita mas a névoa e humidade de Domingo não permitiram vislumbrar as paisagens destes locais. O percurso é duro, sobretudo com o piso no estado em que encontrava, mas nada do outro mundo, sendo um bom desafio para quem gosta de trail. A organização decorreu sem sobressaltos, mas na minha opinião deverá melhorar significativamente ao nível da segurança dos atletas em prova.

Um abraço para o Vargas e para a Jica que foram receber-nos ao final da prova, e outro para os meus colegas Fonseca e Moisés que escolheram esta prova, na variante dos 18Km, para baptismo no trail running. É caso para dizer que ficaram bem baptizados.

Continuação de bons treinos e boas corridas!!!